Um sargento da Polícia Militar perdeu a vida após ser atingido por disparo durante operação em favela da zona norte do Rio. A ação visava combater criminosos do Comando Vermelho em Rocha Miranda.
Na última segunda-feira, 1º de junho, o sargento da Polícia Militar (PM) Adriano Pereira de Sousa foi morto após ser baleado na cabeça durante uma operação do 9º Batalhão na favela Faz Quem Quer, localizada em Rocha Miranda, na zona norte do Rio de Janeiro.
A operação tinha como objetivo combater a atuação de criminosos associados ao Comando Vermelho na região. Durante o confronto, um disparo atingiu o agente na cabeça, o que levou as equipes de resgate a realizarem uma operação em uma área elevada da favela.
O sargento foi rapidamente transportado de helicóptero para o Hospital Central da Polícia Militar, no bairro Estácio. Infelizmente, ele não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil também esteve envolvida na operação de resgate. Em nota, a corporação destacou que o Serviço Aeropolicial, vinculado à Coordenadoria de Recursos Especiais, auxiliou na remoção da vítima, garantindo uma rápida evacuação e o suporte necessário durante a ocorrência. “A aeronave da unidade atuou na operação para garantir a rápida remoção da vítima e o suporte necessário à ocorrência”, informou a Polícia Civil.
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A morte do sargento Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, foi lamentada pela Secretaria de Estado de Polícia Militar. Em comunicado, a PM ressaltou a dedicação do policial ao serviço e sua trajetória na corporação, que começou em 2011. Antes de atuar no 9º BPM, ele passou pelo Batalhão de Polícia de Choque e deixa dois filhos.
“A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamenta a morte do policial Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, ocorrida durante uma operação do 9º BPM na Comunidade do Faz Quem Quer. O policial foi atingido em confronto com os criminosos locais e foi socorrido ao Hospital Central da Polícia Militar, porém não resistiu aos ferimentos”, divulgou a PM.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se manifestou sobre o ocorrido, afirmando que a morte do sargento representa a perda de “um brasileiro que dedicou sua vida a proteger a sociedade”.
Após o confronto, a Polícia Militar reforçou o policiamento em Rocha Miranda e as buscas pelos responsáveis pelos disparos continuam na região. Até o momento, informações sobre o velório e o sepultamento do policial não foram divulgadas pela família ou pela corporação.
