Na última quinta-feira, 28 de maio de 2026, agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) realizaram uma operação que resultou na apreensão de cerca de 2 mil camisas de seleções esportivas falsificadas, além de impressionantes 85 mil álbuns e figurinhas da Copa do Mundo sem origem legal. O objetivo da ação foi combater a pirataria de artigos relacionados ao esporte, especialmente em um momento em que a expectativa pela Copa do Mundo de Futebol de 2026 cresce entre os torcedores.
A operação se concentrou em algumas áreas específicas, como a Avenida Valtier, na região do Canindé, e nas ruas 24 de Maio e Dom José de Barros, na República, onde há um grande número de lojas de comércio popular. Essa fiscalização é parte de um esforço contínuo para coibir a venda de produtos piratas, que prejudicam tanto os consumidores quanto os fabricantes legítimos.
Durante a operação, cinco pessoas foram presas em flagrante, com base na Lei Geral do Esporte, e responderão por crime contra a propriedade industrial. A ação foi coordenada por agentes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Antipirataria, que tem se mostrado incansável na luta contra a pirataria e a violação de direitos autorais no Brasil.
“Estamos comprometidos em proteger os direitos dos fabricantes e garantir que os consumidores tenham acesso a produtos de qualidade”, afirmou um dos agentes responsáveis pela operação.
A repressão à pirataria não se limitou à Bahia. Na última quinta-feira, 21 de maio, uma ação semelhante foi realizada no Rio de Janeiro. Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam aproximadamente 200 mil figurinhas falsificadas do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Essa operação também foi resultado de um trabalho de inteligência que identificou um coletivo de transporte de material ilícito.
Os agentes montaram um cerco e abordaram um veículo que estava transportando as figurinhas e camisas adulteradas da seleção brasileira. Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia, e as investigações seguem em andamento para identificar os responsáveis pela fabricação e distribuição desses produtos falsificados.
