Na última quinta-feira, 28 de maio, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou no Aeroporto de Brasília após uma agenda nos Estados Unidos. A recepção foi marcada pela euforia de apoiadores e aliados que se reuniram para celebrar a pré-candidatura do parlamentar à presidência da República.
O ato, organizado por aliados do senador, contou com a presença de militantes que agitaram bandeiras e gritaram o nome de Flávio. Entre os presentes estavam os deputados Hélio Negão (PL-RJ) e Domingos Sávio (PL-MG), além do senador Izalci Lucas (PL-DF), que também fez questão de recepcioná-lo no terminal internacional.
“Uma recepção cheia de carinho e esperança, daquelas que mostram o apoio ao nosso pré-candidato”, postou o Partido Liberal em suas redes sociais, acompanhando o momento com um vídeo que mostrava a multidão vibrante.
Flávio chegou ao aeroporto por volta das 14h30 e, antes de deixar o local sob escolta policial, tirou fotos com eleitores, que resgataram o apelido de “mito” utilizado em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao ser abordado pela imprensa, o senador optou por não fazer declarações, focando em atender seus apoiadores.
Durante sua visita aos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro teve um encontro com o presidente americano Donald Trump na Casa Branca, na última terça-feira, 26 de maio. O encontro teve como pauta principal a solicitação do senador para que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) fossem enquadrados como facções criminosas internacionais.
“Eu faço o contrário”, declarou Flávio, referindo-se à postura do governo brasileiro, que, segundo ele, tenta impedir essa classificação.
Em resposta à solicitação de Flávio, o governo dos Estados Unidos, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, anunciou que o PCC e o CV serão classificados como organizações terroristas globais, com essa nova designação entrando em vigor a partir de 5 de junho. A medida representa uma vitória para o senador, que criticou a atual administração brasileira por sua posição sobre o tema.

