A Associação dos Servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) convocou, nesta sexta-feira, 14, uma greve geral da categoria. O movimento tem como objetivo protestar contra o que a entidade considera ser a “intransigência” da gestão do presidente do órgão, o economista Marcio Pochmann.
De acordo com a associação, a greve já teve início na Bahia, e os servidores locais estão mobilizados. A entidade planeja expandir o movimento a partir da próxima segunda-feira, 17, quando os trabalhadores do Núcleo Sede também se juntarão aos protestos, que ocorrerão por tempo indeterminado.
“Estamos nos mobilizando para que nossos direitos sejam ouvidos e respeitados pela gestão atual”, afirmaram os representantes da categoria.
Além da paralisação, a associação programou uma coletiva de imprensa para a próxima segunda-feira, na sede do IBGE, no Rio de Janeiro. Durante o evento, os representantes dos trabalhadores irão detalhar os motivos da greve e as ações judiciais que foram movidas pelo sindicato contra a administração de Pochmann.
A greve envolve profissionais que desempenham funções essenciais para a produção e divulgação de estatísticas e informações geográficas oficiais. O IBGE é uma instituição fundamental para o país, sendo responsável por pesquisas como o Censo Demográfico, além de levantamentos econômicos e sociais que servem de base para órgãos públicos, empresas e pesquisadores.
Os servidores do IBGE esperam que a mobilização traga resultados positivos e que a gestão do órgão seja mais aberta ao diálogo. A expectativa é que a greve ganhe força e traga a atenção necessária para as reivindicações da categoria.
