Ao navegar neste site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro Pela BahiaGiro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Font ResizerAa
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Leitura: Santos enfrenta rebaixamento em 2026 após glória continental de 1962
Font ResizerAa
Giro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Buscar
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Siga-nos
Política

Santos enfrenta rebaixamento em 2026 após glória continental de 1962

Rafael Ramos
De Rafael Ramos
Publicado: 29/08/2026
Compartilhar
Santos enfrenta rebaixamento em 2026 após glória continental de 1962
Compartilhar

Na histórica noite de 30 de agosto de 1962, no Monumental de Núñez, o Santos bateu o Peñarol por 3 a 0 e conquistou a Libertadores. Hoje, o time vive momento crítico e luta para somar pontos e evitar a queda.

No dia 30 de agosto de 1962, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, o Santos venceu o Peñarol por 3 a 0 e se tornou o primeiro clube brasileiro campeão da Copa Libertadores da América. Mais do que um troféu, aquele título marcou o momento em que o futebol de clubes do Brasil passou a ser medido no continente e, meses depois, no mundo.

Naquela época o Brasil acabara de conquistar o bicampeonato mundial no Chile, com vários santistas na Seleção. A Libertadores, então chamada Copa dos Campeões da América, estava apenas na sua terceira edição e o Peñarol chegava como bicampeão (1960 e 1961) e dono da competição.

O Santos entrou na disputa como campeão brasileiro de 1961, com a formação que a história apelidou de Os Santásticos: Gilmar, Lima, Mauro Ramos, Calvet, Dalmo, Zito, Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, sob o comando do técnico Lula. A campanha do clube foi ofensiva: na fase de grupos houve um 9 a 1 sobre o Cerro Porteño; na semifinal o adversário foi a Universidad Católica; e na final o Peixe enfrentou o único clube que até então conquistara a Libertadores.

Em 28 de julho, no Centenário de Montevidéu, o Santos venceu por 2 a 1 com dois gols de Coutinho; Pelé não jogou porque se recuperava de lesão sofrida no Mundial. Em 2 de agosto, na Vila Belmiro, ocorreu a chamada “Noite das Garrafadas”: o Peñarol vencia por 3 a 2 quando a partida foi interrompida por invasão e arremesso de objetos, e o resultado oficial ficou 3 a 2 para os uruguaios. A CONMEBOL determinou um jogo de desempate em campo neutro.

O terceiro confronto foi em 30 de agosto de 1962, em Buenos Aires. Pela primeira vez na competição o Santos entrou com a formação completa — com Pelé de volta — e abriu o placar aos 11 minutos com gol contra de Caetano. No segundo tempo, Pelé marcou o segundo e, aos 44, o terceiro: 3 a 0. O árbitro holandês Leo Horn encerrou um ciclo de hegemonia uruguaia na taça e o Brasil ganhou a América pela primeira vez.

O impacto foi imediato: nas partidas seguintes, em setembro e outubro, o Santos venceu o Benfica de Eusébio por 3 a 2 no Maracanã e por 5 a 2 em Lisboa, com hat-trick de Pelé, e se tornou um fenômeno global. Em 1963 veio o bicampeonato da Libertadores. Aquela geração definiu um estilo: ofensivo, técnico e espetacular.

Sessenta e quatro anos depois, o retrato é outro. O Santos de 2026 disputa a Série A em posição desconfortável: 14º lugar, 26 pontos em 23 jogos, com saldo negativo, e luta para se afastar do Z-4 enquanto atua em três frentes (Brasileirão, Copa do Brasil e Sul-Americana) com elenco curto. A dívida do clube ultrapassou R$ 1 bilhão. Há semanas o clube ainda estava impedido de registrar reforços; o transfer ban só caiu com aporte da empresa da família de Neymar para quitar uma dívida com o Monaco.

O próprio Neymar, de volta à Vila, é ao mesmo tempo camisa 10, capitão, âncora comercial e, em parte, fiador financeiro. O técnico Cuca já falou em público da preocupação com o rebaixamento. O contraste entre 1962 e 2026 é duro: o Santos que foi considerado o melhor time do mundo hoje depende de soluções financeiras e de um elenco mais robusto para manter-se na elite.

Mesmo assim, aquela vitória por 3 a 0 em Buenos Aires não se apaga: foi a prova de que um clube da Baixada Santista, com um menino de Três Corações no ataque, podia ser o maior da América. O estádio segue sendo a Vila Belmiro e a camisa continua a mesma. A história pesa e cobra, mas também lembra o que o clube já conquistou — e por que aquela data de 30 de agosto de 1962 segue sendo necessária para entender o presente.

Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link
- Anúncio-
Ad imageAd image

Mais Lidas da Semana

Mulher encontrada morta em freezer
Justiça
Homem mata filha e tira a própria vida na Bahia
Destaques
Diretor de presídio na Bahia é suspeito de matar esposa em hotel de Aracaju
Destaques
Várzea Nova: Suspeito de matar ex-Rainha das Cavalgadas se apresenta à Polícia
Destaques

Você também pode gostar

Política

Governo Lula debate IA e regulação de redes em Lisboa nesta terça

De Rafael Ramos
10/06/2026
Política

Contas não fecham: diárias de Wagner somam R$ 337 mil, não US$ 70 mil

De Rafael Ramos
19/06/2026
Política

Bolsonaro UTI: ex-presidente apresenta melhora, mas sem alta

De Rafael Ramos
16/03/2026
Anterior Próximo
Giro Pela Bahia

GIRO PELA BAHIA – Portal de notícias da Bahia e do Brasil. Informação atualizada sobre política, economia, esporte, cultura e entretenimento. Fique por dentro do que acontece na sua região.

Links Úteis

  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde

Redação

  • contato@giropelabahia.com.br

Siga-nos

 © Copyright 2025 | Todos os Direitos Reservados – Feito com ❤ por R2 Sites

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?