Ao navegar neste site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro Pela BahiaGiro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Font ResizerAa
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Leitura: Renan Santos defende que Brasil desenvolva capacidade nuclear como dissuasão
Font ResizerAa
Giro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Buscar
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Siga-nos
Política

Renan Santos defende que Brasil desenvolva capacidade nuclear como dissuasão

Rafael Ramos
De Rafael Ramos
Publicado: 08/09/2026
Compartilhar
Renan Santos defende que Brasil desenvolva capacidade nuclear como dissuasão
Compartilhar
Publicidade

Em sabatina, Renan Santos afirmou que o Brasil deve ter, no futuro, capacidade para produzir armas nucleares para defender sua soberania. Ele disse que a ordem global pós‑Segunda Guerra está se enfraquecendo.

O candidato à Presidência Renan Santos defendeu que o Brasil desenvolva, no futuro, capacidade para produzir armas nucleares e classificou a discussão sobre a bomba atômica e a capacidade de dissuasão como “fundamental” diante de mudanças na ordem internacional. As declarações foram feitas durante uma sabatina, quando o candidato explicou argumentos sobre soberania e estratégia nacional.

Renan afirmou que a ordem global estabelecida após a Segunda Guerra Mundial estaria se enfraquecendo e que o Brasil precisaria ampliar sua soberania econômica, tecnológica e militar para reduzir a dependência de outras potências. Para ele, esse processo inclui debater a possibilidade de dissuasão como parte da estratégia de segurança do país.

Publicidade

“A discussão sobre armas nucleares no Brasil, e se você quiser falar de maneira um pouco mais ampla, de capacidade de dissuasão, é uma decisão fundamental para o século XXI.”

O candidato afirmou que o mundo caminhava para uma nova Guerra Fria entre Estados Unidos e China, e que os Estados Unidos voltariam a projetar poder sobre a América Latina. Segundo ele, o Brasil não poderia permanecer em situação de fragilidade perante as grandes potências nas próximas décadas.

“Nós temos que passar por um ganho de soberania, ganhos que vão na área econômica, infraestrutura, tecnologia e capacidade militar.”

Apesar da defesa de uma capacidade nuclear militar, Renan deixou claro que a eventual construção de uma bomba atômica não seria uma medida imediata em caso de governo seu. Ele disse que o país não teria condições de avançar rapidamente com esse projeto no primeiro ano de mandato.

“Não é que eu no meu primeiro ano de mandato vou sair construindo bomba atômica. Isso não dá. Nós não temos poder hoje pra nada.”

Sobre o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, do qual o Brasil é signatário, o candidato admitiu a possibilidade futura de o país deixar o acordo ou descumpri-lo, ainda que não de imediato, argumentando que o mundo respeita a força.

“Não de imediato, mas nós sairíamos ou desrespeitaríamos e o mundo iria aceitar, porque esse mundo aceita a força. O mundo, só para o pessoal entender, só respeita a força.”

Ele também afirmou que tratados internacionais são violados por nações que têm poder para sustentar essas decisões e citou a ação da Rússia na Ucrânia como exemplo de violação de acordos entre países.

“Os tratados internacionais são violados recorrentemente. A Rússia violou quando atacou a Ucrânia, há ataques recorrentes entre nações vizinhas. E se você é uma nação poderosa, você não liga para o Tratado Internacional, você tampouco é sancionado.”

Quanto ao aspecto legal, Renan reconheceu que o desenvolvimento de armas nucleares no país exigiria mudança na Constituição, que hoje permite atividade nuclear no território nacional apenas para fins pacíficos. Ele afirmou ser favorável a alterar a Constituição e disse que tratava-se de um projeto de longo prazo, que ultrapassaria um eventual primeiro mandato presidencial.

“Nós temos que alterar nossa Constituição, sim.”

“Esse tema é um tema que não vai ser tratado no primeiro mandato meu, nem de qualquer presidente queira fazer isso. A gente está falando de um horizonte para além de oito anos.”

“Essa Constituição é um impeditivo a qualquer tipo de crescimento econômico brasileiro ou ganhos na área de soberania. É uma Constituição fragilizadora.”

Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link
- Anúncio-
Ad imageAd image

Mais Lidas da Semana

Mulher encontrada morta em freezer
Justiça
Homem mata filha e tira a própria vida na Bahia
Destaques
Diretor de presídio na Bahia é suspeito de matar esposa em hotel de Aracaju
Destaques
Várzea Nova: Suspeito de matar ex-Rainha das Cavalgadas se apresenta à Polícia
Destaques
Publicidade

Você também pode gostar

Política

Filme de Bolsonaro gera briga entre Flávio e produtora por prestação de contas

De Rafael Ramos
21/06/2026
Política

EUA classificam PCC e CV como organizações terroristas globais a partir de junho

De Rafael Ramos
31/05/2026
Política

STF julga uso de bens públicos do DF para salvar banco em crise

De Rafael Ramos
13/06/2026
Anterior Próximo
Giro Pela Bahia

GIRO PELA BAHIA – Portal de notícias da Bahia e do Brasil. Informação atualizada sobre política, economia, esporte, cultura e entretenimento. Fique por dentro do que acontece na sua região.

Links Úteis

  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde

Redação

  • contato@giropelabahia.com.br

Siga-nos

 © Copyright 2025 | Todos os Direitos Reservados – Feito com ❤ por R2 Sites

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?