A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o caso ocorrido na madrugada de 2 deste mês, em chácara de Pindamonhangaba. A mãe encontrou o menino de 5 anos e o suspeito sem roupas; a criança relatou dores anais.
A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o ator Marco Furlan, de 48 anos, por estupro de vulnerável contra um menino autista de 5 anos. O caso ocorreu durante uma festa de aniversário em uma chácara localizada em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, na madrugada do dia 2 deste mês.
Segundo o boletim de ocorrência, a mãe do menino havia colocado a criança para dormir em um dos quartos enquanto participava da confraternização. Ela relatou à polícia que ouviu gritos e, ao entrar no cômodo, encontrou o menino e Furlan sem roupas. A criança se queixava de dores na região anal e foi imediatamente encaminhada para atendimento médico.
Durante a investigação, diversas testemunhas foram ouvidas e apresentaram relatos que corroboram a versão da mãe. Uma delas mencionou que ouviu a criança dizendo “para, tá doendo” antes de se dirigir ao quarto, onde encontrou o ator ao lado do menino. Outra testemunha relatou ter visto a mãe da criança em estado de choque após o ocorrido.
Preços vistos na Amazon em 25/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
Atualmente, Furlan encontra-se preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a investigação foi conduzida pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Pindamonhangaba e os documentos foram encaminhados ao Ministério Público de São Paulo, com o processo tramitando sob segredo de Justiça.
No momento em que os policiais militares atenderam a ocorrência, Furlan teria afirmado que havia passado mal e que entrou no quarto por engano, confundindo a criança com sua namorada. Posteriormente, na delegacia e acompanhado de advogados, ele apresentou outra versão, alegando ter consumido cerveja durante a festa e não se recordar do que ocorreu, lembrando apenas do momento em que foi colocado na viatura.
O atendimento médico realizado na criança não identificou lesões, mas a delegada responsável pelo caso considerou que os depoimentos coletados durante a investigação apresentaram elementos suficientes para o indiciamento do ator.
O espaço permanece aberto para manifestações da defesa de Furlan, que ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
