Pesquisa de setembro mostra Flávio Bolsonaro com 46,4% e Lula com 46,2% em um eventual segundo turno; diferença de 0,2 ponto está dentro da margem de erro de 1 ponto. Desde agosto, Flávio subiu 3,8 pontos e Lula caiu 0,9 ponto.
Pesquisa de setembro mostra empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno para a Presidência. Numericamente, Flávio aparece à frente, com 46,4% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,2%, diferença de apenas 0,2 ponto percentual, dentro da margem de erro de um ponto para mais ou para menos.
Na comparação com agosto, Flávio passou de 42,6% para 46,4%, avanço de 3,8 pontos percentuais. Lula oscilou de 47,1% para 46,2%, diferença de 0,9 ponto, que está dentro da margem de erro. O total de eleitores que responderam branco, nulo ou não sabem passou de 10,3% para 7,4%.
O levantamento também traz outros cenários de segundo turno. No confronto entre Lula e Romeu Zema (Novo), há empate técnico: Zema tem 46,2% e Lula 46,0%. Neste cenário, 7,7% dos entrevistados declararam voto branco, nulo ou não souberam dizer.
Contra Ronaldo Caiado (PSD), a pesquisa aponta empate numérico, com ambos registrando 45,7%. Branco, nulo ou não sabe somam 8,6%.
No confronto com Augusto Cury (Avante), Lula aparece à frente, com 43,8%, contra 41,1% do adversário. A diferença de 2,7 pontos percentuais se mantém mesmo considerando os limites da margem de erro. Outros 15,2% responderam branco, nulo ou não sabem.
A maior vantagem registrada no levantamento é de Lula contra Renan Santos (Missão): 46,0% a 33,8%, diferença de 12,2 pontos percentuais. Neste cenário, branco, nulo ou não sabem representam 20,2% do total.
O levantamento entrevistou 5.000 pessoas entre 4 e 9 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é o número BR-01452/2026.
Os números indicam um cenário competitivo nos principais cenários de segundo turno, com variações pequenas entre candidatos em várias combinações testadas. Para o eleitor baiano que acompanha a corrida presidencial, os resultados mostram estabilidade relativa nas intenções de voto, mas também espaço relevante de eleitores indecisos ou que manifestam intenção de voto em branco ou nulo.
