Estimativa aponta 214 milhões de habitantes em 2026, alta de 0,37% sobre 2025. Capitais concentram 23,1% da população; 15 municípios somam mais de 1 milhão, com São Paulo na liderança.
O Brasil tem 214,2 milhões de habitantes em 2026, segundo estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa um crescimento de 0,37% em relação a 2025 e confirma a desaceleração do avanço populacional. As capitais concentram 23,1% da população nacional.
O levantamento mantém São Paulo como o município mais populoso do país, seguido pelo Rio de Janeiro e por Brasília. Ao todo, 15 municípios ultrapassam a marca de 1 milhão de habitantes, reunindo uma parcela significativa da população brasileira.
Municípios mais populosos
Top 3
- São Paulo: 11,9 milhões de moradores
- Rio de Janeiro: 6,7 milhões de moradores
- Brasília: cerca de 3 milhões de moradores
Concentração nas maiores cidades
- 15 cidades mais populosas: reúnem 42,9 milhões de pessoas (aproximadamente 20% da população do país)
- Guarulhos: integra o grupo das 15 maiores e é um dos dois municípios não capitais no ranking
- Campinas: integra o grupo das 15 maiores e é o outro município não capital no ranking
Do lado oposto do ranking, há municípios com população muito pequena: Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece como o menos populoso do país, com apenas 857 habitantes. Outros municípios com menos de mil moradores são mencionados no conjunto de dados.
Menos populosos
- Serra da Saudade (MG): 857 habitantes
- Anhangüera (GO): menos de 1.000 habitantes
- Borá (SP): menos de 1.000 habitantes
- Araguainha (MT): menos de 1.000 habitantes
O estado de São Paulo concentra 46,2 milhões de habitantes, o que equivale a 21,6% da população brasileira. Entre as capitais, Boa Vista figura entre as que registraram maior crescimento, puxado principalmente por fluxos migratórios. Em sentido contrário, Salvador está entre as capitais que registraram redução populacional no período analisado.
As projeções indicam que a população brasileira continuará crescendo até 2041, quando deverá atingir o pico de 220,43 milhões de habitantes. A partir de 2042, a tendência será de queda, movimento que deve se intensificar nas décadas seguintes.
Os números reforçam mudanças demográficas importantes para planejamento urbano, políticas públicas e serviços, como saúde e educação, especialmente nas regiões onde a concentração urbana permanece elevada e naquelas que apresentam perda populacional.
