No início da madrugada do sábado, 30 de maio de 2026, o grupo terrorista Hezbollah lançou 15 foguetes contra o norte de Israel, atingindo a cidade de Kiryat Shmona. Um dos projéteis explodiu em um shopping center, causando danos significativos à estrutura, mas felizmente não houve feridos, uma vez que o local estava fechado no momento do ataque.
Esse ataque representa uma violação do recente acordo de cessar-fogo entre os dois países. O sistema de defesa aérea de Israel foi acionado e conseguiu interceptar a maioria dos mísseis antes de chegarem a seus alvos. Assim que as autoridades israelenses confirmaram a origem dos disparos, as Forças de Defesa de Israel (FDI) responderam com um ataque aéreo, bombardeando a rampa de lançamento utilizada pelos militantes libaneses.
“A população local demonstrou forte irritação com as autoridades de Tel-Aviv e exigiu o fim do perigo imposto pelos guerrilheiros”, relatou um morador da região.
As Forças de Defesa de Israel divulgaram vídeos mostrando a destruição da base terrorista logo após o contra-ataque. A ação gerou um clima de tensão na região, com moradores expressando seu pânico diante das sirenes de emergência que soaram durante a madrugada. Muitos pedem uma resposta militar mais contundente para garantir a segurança na fronteira.
O Hezbollah assumiu a responsabilidade pelo ataque em comunicados à imprensa, justificando suas ações como uma defesa do povo libanês e uma reação a supostas provocações. Kiryat Shmona, localizada a menos de dois quilômetros da linha de combate, tornou-se o foco dos ataques dos extremistas.
Em resposta à escalada de violência, as Forças Armadas de Israel emitiram um alerta de evacuação para os moradores de sete vilarejos no sul do Líbano, ordenando que abandonassem suas casas imediatamente. O porta-voz militar, Avichay Adraee, utilizou as redes sociais para alertar a população sobre a nova onda de bombardeios que se aproximava.
A situação se agrava com o governo israelense informando mediadores internacionais que não tolerará o descumprimento do armistício por parte das milícias xiitas. O gabinete de crise do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu permanece em reunião para discutir os próximos passos da resposta militar na fronteira norte.
