Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (11) mostra Celina Leão com 40% das intenções no DF. Arruda 17% e Leandro 16% estão tecnicamente empatados (margem de erro de 3 pontos). Celina subiu 10 pontos; Arruda caiu 11.
Uma pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 11, aponta a governadora Celina Leão (PP) na dianteira da corrida pelo governo do Distrito Federal, com 40% das intenções de voto. Os demais candidatos aparecem com percentuais bem abaixo: José Roberto Arruda (PSD) soma 17% e Leandro Grass (PT) alcança 16%.
Segundo o levantamento, Arruda e Grass estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de três pontos percentuais. O levantamento também registrou variações em relação à pesquisa anterior: Celina cresceu 10 pontos, passando de 30% para 40%; Arruda caiu de 28% para 17%; e Grass subiu de 11% para 16%.
Em um cenário sem Arruda, que enfrenta questionamentos judiciais sobre sua candidatura, Celina chega a 45%, contra 19% de Grass. A governadora também lidera as simulações de segundo turno, segundo os números divulgados.
Na disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado, Michelle Bolsonaro (PL) aparece na liderança numérica, com 21% das intenções de voto, seguida por Leila do Vôlei (PDT) com 18%, Bia Kicis (PL) com 15% e Erika Kokay (PT) com 14%. Pela margem de erro de três pontos, Michelle, Leila, Bia e Erika estão tecnicamente empatadas.
Em relação à pesquisa anterior, Michelle e Leila cresceram dois pontos cada; Bia Kicis avançou três pontos; e Erika Kokay subiu dois pontos. Os votos brancos e nulos somam 11% e 9% dos entrevistados disseram ainda não saber em quem votar. Na pesquisa espontânea, Michelle tem 15%, Bia aparece com 11% e Leila com 7%.
O levantamento ouviu 910 eleitores do Distrito Federal entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Os números divulgados trazem uma visão do quadro eleitoral local nas semanas que antecedem a votação e mostram movimentações eleitorais relevantes, como a alta de Celina e as alterações nas intenções de voto para o Senado. As oscilações entre as pesquisas refletem tanto mudanças na preferência do eleitorado quanto a influência de questões judiciais sobre candidaturas.
