Ao navegar neste site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro Pela BahiaGiro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Font ResizerAa
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Leitura: Estadão acusa Lula de avacalhar a liturgia da Presidência
Font ResizerAa
Giro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Buscar
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Siga-nos
Política

Estadão acusa Lula de avacalhar a liturgia da Presidência

Rafael Ramos
De R2Sites
Publicado: 01/10/2026
Compartilhar
Estadão acusa Lula de avacalhar a liturgia da Presidência
Compartilhar

Em editorial publicado três dias antes do 1º turno, o jornal afirma que Lula desrespeita limites da Presidência e mistura atos oficiais com campanha. Cita telefonema a um ministro durante comício em Belém.

Em editorial publicado nesta quinta-feira, 1°, a três dias do primeiro turno do pleito, o jornal O Estado de S. Paulo afirma que o candidato a um novo mandato nas eleições de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva, “avacalha” a liturgia do cargo e não respeita os “limites” da Presidência da República.

O texto editorial chama atenção para episódios ocorridos durante a campanha e descreve comportamento do presidente como incompatível com a tradicional separação entre poderes. Entre as passagens citadas está o telefonema feito durante um comício de campanha em Belém, no início da semana, ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“o chefão petista, a esta altura, parece incapaz de respeitar os limites da Presidência – o que fica ainda mais explícito em época de campanha eleitoral”

“É em cima do palanque que Lula avacalha a institucionalidade que sustenta a República”

O editorial observa que ações do presidente têm sido convertidas em discurso eleitoral mesmo fora do período formal de campanha e classifica o ministro citado como figura próxima ao presidente dentro da corte.

“Tudo o que Lula faz na condição de presidente invariavelmente é transformado em discurso eleitoral, mesmo fora de época”

“Um chefe de Estado e de governo com o mínimo senso de decoro e respeito à institucionalidade saberia que um integrante da mais alta corte de Justiça do país jamais poderia ser chamado a participar, sob qualquer pretexto, de um ato de campanha eleitoral, ainda que mal disfarçado de cerimônia oficial. Evidentemente, sendo o líder político calejado que é, Lula sabe disso, o que só agrava a situação”

No trecho seguinte, o editorial afirma que o gesto do presidente ao chamar o ministro desde o palanque revela a visão que teria sobre o papel do Supremo.

“Para o petista, Dino é seu correligionário e, sendo assim, o Supremo não é um Poder independente, mas uma extensão de seu governo a ser colonizada por gente que lhe devote lealdade pessoal.”

O texto também discute a tradição de manter alguma distância institucional entre o Executivo e o Judiciário, apontando que essa distância serve para preservar a percepção de imparcialidade do Judiciário.

“É óbvio que presidentes da República mantêm contatos com ministros do STF no curso de seus mandatos. Mas, tradicionalmente, preservava-se alguma aparência de distância e republicanismo, porque se sabe que a legitimidade dos órgãos do Poder Judiciário advém de sua aura de imparcialidade”

“Lula mandou às favas até isso. Fez questão de exibir a intimidade com um ministro do STF que trata como seu, diante não só da plateia de militantes, mas do país. Em qualquer democracia madura é impensável uma cena remotamente parecida”

O editorial conclui alertando para uma crise de legitimidade do próprio STF e pede que o presidente evite agravar esse quadro, especialmente a menos de uma semana das eleições gerais, cujos resultados podem influir no futuro de ministros da Corte e do país.

“O STF chegou ao rés do chão nesta que já pode ser interpretada como a mais profunda crise de legitimidade de sua história”

“O mínimo que se esperaria de um presidente da República cioso das implicações dos fatos é que, pelo menos, não a agravasse, sobretudo a menos de uma semana de eleições gerais cujos resultados podem ser determinantes para o futuro não de um, mas de alguns ministros da Corte – e, principalmente, para o futuro do Brasil”

O texto do editorial foi publicado no dia 1° de outubro, a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, e tem gerado debate sobre limites institucionais e comportamento presidencial durante a campanha.

Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link
- Anúncio-
Ad imageAd image

Mais Lidas da Semana

Mulher encontrada morta em freezer
Justiça
Homem mata filha e tira a própria vida na Bahia
Destaques
Diretor de presídio na Bahia é suspeito de matar esposa em hotel de Aracaju
Destaques
Várzea Nova: Suspeito de matar ex-Rainha das Cavalgadas se apresenta à Polícia
Destaques

Você também pode gostar

Política

Senado aprova gratuidade para bagagem de mão em voos 

De R2Sites
22/10/2025
Erros em ofertas eleitorais geram contencioso de massa
Política

Erros em ofertas eleitorais geram contencioso de massa

De R2Sites
29/08/2026
OAB-DF encaminha pedidos de impeachment contra Moraes e Toffoli
Política

OAB-DF encaminha pedidos de impeachment contra Moraes e Toffoli

De R2Sites
09/09/2026
Anterior Próximo
Giro Pela Bahia

GIRO PELA BAHIA – Portal de notícias da Bahia e do Brasil. Informação atualizada sobre política, economia, esporte, cultura e entretenimento. Fique por dentro do que acontece na sua região.

Links Úteis

  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde

Redação

  • contato@giropelabahia.com.br

Siga-nos

 © Copyright 2025 | Todos os Direitos Reservados – Feito com ❤ por R2 Sites

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?