Ao navegar neste site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro Pela BahiaGiro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Font ResizerAa
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Leitura: Itamaraty sob Mauro Vieira amplia uso de sigilo e trava transparência
Font ResizerAa
Giro Pela BahiaGiro Pela Bahia
Buscar
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde
Siga-nos
Política

Itamaraty sob Mauro Vieira amplia uso de sigilo e trava transparência

Rafael Ramos
De R2Sites
Publicado: 26/09/2026
Compartilhar
Itamaraty sob Mauro Vieira amplia uso de sigilo e trava transparência
Compartilhar

Nos arquivos do Itamaraty chefiado por Mauro Vieira, documentos têm sido rotineiramente carimbados como 'reservado' ou 'secreto' por cinco a quinze anos. O uso repetido de sigilo com justificativas genéricas preocupa e dificulta a fiscalização e a transparência.

Em um texto que começa com uma referência literária, a ausência de reações sonoras — como o cão que não latiu em Silver Blaze — é usada como metáfora para o que está escondido nos arquivos do Itamaraty chefiado por Mauro Vieira. O ponto central do texto é o amplo uso de sigilo: documentos carimbados como reservado ou secreto, com prazos que vão de cinco a quinze anos, e justificativas gerais repetidas em vários casos.

O artigo lembra que o sigilo é instrumento legítimo da diplomacia, necessário para negociações sensíveis. Mas alerta que o problema surge quando a exceção se torna regra, dificultando distinguir o que protege o interesse permanente do Estado do que protege conveniências do governo em exercício. Nesse limiar, diz o texto, a diplomacia deixa de proteger o País e pode passar a proteger o governo do escrutínio interno.

No episódio mais recente citado, na terça-feira, 22 de setembro, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, 14 governos da América Latina e do Caribe assinaram com os Estados Unidos, no âmbito do Escudo das Américas, uma declaração que incluiu o PCC e o Comando Vermelho numa lista de 24 organizações “narcoterroristas” sujeitas a congelamento de bens, restrições de visto e responsabilização criminal de quem lhes prestasse apoio material ou logístico. Ficaram de fora o Brasil e o México. Relatos publicaram que nem o Planalto nem o Itamaraty sabiam que as duas facções brasileiras constariam do documento.

Países signatários

  • Argentina
  • Bolívia
  • Chile
  • Colômbia
  • Costa Rica
  • República Dominicana
  • Equador
  • El Salvador
  • Guiana
  • Honduras
  • Panamá
  • Paraguai
  • Peru
  • Trinidad e Tobago

O texto registra que o presidente deixou a sede da ONU por volta das 11h30 e que a reunião começou pouco depois das 14h, destacando que duas horas e meia separaram a ausência do Brasil da decisão regional. Em discurso à Assembleia Geral, o presidente proclamou:

“o Brasil não cabe no quintal de ninguém”

Dias antes, no Rio de Janeiro, o presidente manifestara posição contrária à classificação das facções como terroristas. Auxiliares do Planalto passaram a interpretar a declaração como prenúncio de pressões sobre minerais críticos e terras raras.

O texto ressalta que a designação de PCC e CV pelos Estados Unidos já estava em vigor desde 5 de junho, com efeitos essencialmente financeiros, migratórios e penais. Lembra também que, em ofício enviado à Câmara em 1º de julho, o chefe do Itamaraty aventou o “risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”. O Departamento de Estado qualificou essa hipótese como absurda e observou que as designações não contemplam ação militar.

“risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”

O autor pergunta quais informações embasaram essa avaliação e observa que parte dos estudos correlatos permanece sob sigilo. Em seguida, relaciona a resistência oficial a designações externas com interesses que atravessam economia formal e investigação criminal. Cita a Operação Carbono Oculto, de agosto de 2025, que expôs infiltração do PCC no setor de combustíveis e em fintechs que, segundo autoridades, movimentaram dezenas de bilhões de reais e tiveram ramificações na Faria Lima.

O texto conclui apontando que a resistência às designações integra um padrão de opacidade do governo atual, que converge para temas onde transparência, política externa, interesses econômicos e conveniência política se cruzam. Também lembra que, em fevereiro de 2025, o Itamaraty impusera sigilo de cinco anos a telegramas da Embaixada em Caracas sobre a J&F e a JBS.

Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link
- Anúncio-
Ad imageAd image

Mais Lidas da Semana

Mulher encontrada morta em freezer
Justiça
Homem mata filha e tira a própria vida na Bahia
Destaques
Diretor de presídio na Bahia é suspeito de matar esposa em hotel de Aracaju
Destaques
Várzea Nova: Suspeito de matar ex-Rainha das Cavalgadas se apresenta à Polícia
Destaques

Você também pode gostar

Política

Sementes piratas custam R$ 10 bi ao agro e travam novas tecnologias

De R2Sites
22/06/2026
Frente fria provoca chuvas intensas; Minas e Rio ficam em alerta
Política

Frente fria provoca chuvas intensas; Minas e Rio ficam em alerta

De R2Sites
22/09/2026
Política

Falha na busca de perfis políticos afeta Instagram e Facebook

De R2Sites
11/12/2025
Anterior Próximo
Giro Pela Bahia

GIRO PELA BAHIA – Portal de notícias da Bahia e do Brasil. Informação atualizada sobre política, economia, esporte, cultura e entretenimento. Fique por dentro do que acontece na sua região.

Links Úteis

  • Home
  • Últimas Notícias
  • Bahia
    • Giro Pelo Interior
  • Cultura e Entretenimento
  • Destaques
  • Esportes
  • Internacional
  • Justiça
  • Política
  • Saúde

Redação

  • contato@giropelabahia.com.br

Siga-nos

 © Copyright 2025 | Todos os Direitos Reservados – Feito com ❤ por R2 Sites

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?