Pesquisa mostra 52,5% dos entrevistados que não votariam de jeito nenhum em Lula. Flávio registra 49,6% e Jair Bolsonaro aparece em terceiro, com 37,7%; margem de erro é de 1 ponto.
Pesquisa de setembro mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o nome mais rejeitado entre os políticos testados, com 52,5% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
Em segundo lugar aparece Flávio Bolsonaro (PL), com 49,6% de rejeição. A diferença entre os dois é de 2,9 pontos percentuais. Considerada a margem de erro de um ponto para cada resultado, as faixas de Lula e Flávio não se sobrepõem.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece na terceira posição, com 37,7% de rejeição. Na sequência vêm Renan Santos (Missão), com 35,7%, e Pablo Marçal (PRTB), com 35,1%. Pela margem de erro, há sobreposição entre os percentuais desse grupo.
Depois desses nomes surgem Romeu Zema (Novo), com 31,6%; Ronaldo Caiado (PSD), com 28,1%; e Augusto Cury (Avante), com 25,6%. Outros 0,7% responderam que não rejeitam nenhum dos nomes apresentados.
O levantamento entrevistou 5.000 pessoas entre 4 e 9 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro do levantamento no TSE é BR-01452/2026.
Na prática jornalística, a margem de erro indicada significa que cada percentual apresentado pode variar em um ponto para mais ou para menos em relação ao resultado real da população. Quando as faixas de confiança de dois nomes não se sobrepõem, como acontece entre os dois primeiros colocados nesta pesquisa, a diferença entre eles tende a ser considerada estatisticamente relevante dentro dos parâmetros informados.
Os números apresentados formam um retrato das intenções de rejeição entre as opções testadas na amostra, seguindo a ordem dos percentuais divulgados. A lista de nomes e seus percentuais indica onde cada figura se situa no ranking de rejeição medido pelo levantamento.
Não há no material original declarações diretas ou depoimentos atribuídos a pessoas específicas; as informações divulgadas consistem nos percentuais e nos detalhes técnicos da pesquisa, como período de coleta, tamanho da amostra, margem de erro, nível de confiança e registro no TSE.
