Investigação do DF apreendeu materiais com instruções para ataque e mapas do centro de Brasília. O grupo, com jovens entre 19 e 31 anos em cinco estados, treinava invasões visando as eleições de 2026.
Um grupo que planejava um atentado para as eleições de 2026 foi identificado com a posse de manuais para montagem de bombas, plantas em 3D de edifícios públicos e mapas do centro de Brasília. As informações foram reveladas em investigações que indicam que as conversas entre os integrantes revelam a escolha de alvos e o treinamento tático para a invasão de prédios na capital federal.
Os integrantes do grupo, com idades entre 19 e 31 anos, estão localizados em diversos estados, incluindo Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul. A Polícia Civil do Distrito Federal identificou que os membros do grupo compartilhavam tutoriais para a fabricação de artefatos explosivos e instruções para o recrutamento de militantes em todo o país.
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O foco da mobilização violenta está em Brasília, onde as conversas entre os investigados apontam a cidade como um dos principais alvos. Além dos guias para a montagem de bombas, havia troca de informações sobre rotas de acesso ao centro da capital, esquemas de ocupação de edifícios e técnicas de atuação em campo.
A descoberta de manuais de explosivos nos arquivos do grupo levou à execução imediata de mandados de busca, resultando na apreensão de celulares e computadores. A equipe de investigação visa mapear a extensão da rede e identificar se existem outros envolvidos nos planos.
O grupo está sendo investigado pela Polícia Civil por associação criminosa, incitação ao crime, apologia e condutas previstas na lei antirracismo. No entanto, o enquadramento na Lei de Terrorismo foi deixado de lado nesta fase do inquérito, que segue em segredo de Justiça.
