Uma nova pesquisa divulgada pelo instituto Meio/Ideia nesta quarta-feira, 8, revela que 48,5% dos entrevistados desaprovam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por outro lado, 46,5% dos eleitores aprovam a gestão do petista. O relatório indica uma certa estabilidade no cenário político atual, enquanto 4,9% dos participantes não souberam responder à pergunta sobre a avaliação do governo.
Além da desaprovação, os entrevistados também avaliaram o desempenho geral do governo federal. A pesquisa mostra que 41% dos brasileiros classificam a gestão como ruim ou péssima. Por sua vez, 32,5% consideram o mandato ótimo ou bom, enquanto 24,5% o definem como regular. Apenas 2% dos entrevistados não opinaram sobre esta questão.
Os números apresentados na pesquisa mostram uma oscilação mínima em comparação com o levantamento anterior, realizado em maio. A aprovação do governo variou de 46,6% para 46,5%, enquanto a desaprovação caiu de 51,4% para 48,5%. Essa mudança é considerada pelos técnicos da pesquisa como uma variação normal dentro da margem de erro. O número de pessoas que não souberam responder subiu de 2% para 4,9%.
Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
A manutenção das taxas de desaprovação e aprovação indica uma cristalização das opiniões do eleitorado nacional. A oposição mantém sua base de críticas focada nos rumos econômicos do país, enquanto o Palácio do Planalto busca recuperar apoio popular. A variação residual nos indicadores mostra que as narrativas de ambos os lados continuam a dividir o cenário político.
O levantamento ouviu 1,5 mil eleitores com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre os dias 3 e 6 de julho. O instituto Meio/Ideia realizou a pesquisa com recursos próprios, sem financiamento de contratantes externos. O estudo está registrado no TSE sob o número de protocolo BR-05628/2026.
A margem de erro oficial da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, em todos os recortes de dados. O nível de confiança estatística alcança 95%, e os questionários passaram por checagem interna automática para evitar erros na contagem.
