Durante evento em São Paulo, o senador atacou o partido após ação policial contra Jaques Wagner. 'É um péssimo dia para o PCC, para o CV e também para o PT', disparou.
O pré-candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que o Partido dos Trabalhadores (PT) está tendo “um péssimo dia”. A afirmação foi feita durante a 9ª fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal (PF), que teve como alvo o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, da Bahia.
Flávio destacou:
“O PT da Bahia acaba de ser implodido pela Polícia Federal em função de uma operação contra o líder do PT na Bahia, Jaques Wagner.”
Ele ainda acrescentou: “É um péssimo dia para o PCC, para o CV e também para o PT.”
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A declaração ocorreu em um evento em São Paulo na manhã desta quinta-feira, 18. Durante a ocasião, o parlamentar anunciou um pacote de duas propostas voltadas à segurança pública, denominado Plano Brasil Sem Medo. Esse conjunto de medidas visa enfrentar facções criminosas, fortalecer as forças de segurança e ampliar os mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência.
Flávio enfatizou:
“Como eu disse há pouco, esse plano aqui é uma péssima notícia para o PCC, para o Comando Vermelho e para o PT, que hoje está tendo um dia pior ainda.”
Ele afirmou ainda que essa situação é um sinal de que a impunidade será combatida.Além disso, o pré-candidato destacou que a oposição sempre apontou que “grande parte desse problema era o PT da Bahia e agora começa a virar o tom”.
A Operação Compliance Zero, que investiga Jaques Wagner, apura um suposto esquema bilionário que envolve fraudes financeiras, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça, supostamente estruturado a partir do Banco Master, controlado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. De acordo com a PF, Wagner teria atuado no Congresso em favor de interesses do banco e, em troca, recebido benefícios indevidos, incluindo um apartamento de alto padrão em Salvador, avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões, além de repasses financeiros para empresas ligadas a seus familiares.
Além de Jaques Wagner, a nova fase da investigação também foca no banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro e proprietário do Banco Pleno, que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em fevereiro deste ano.

