São Paulo criou 202 mil empregos formais entre janeiro e abril de 2026, liderando o ranking nacional. Só em abril, foram 20 mil novas vagas com carteira assinada.
São Paulo abriu 202 mil vagas com carteira assinada entre janeiro e abril de 2026, de acordo com dados da Fundação Seade, com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Somente em abril, o saldo foi de 20 mil postos formais. No acumulado dos últimos 12 meses, o Estado registrou a criação de 232 mil vagas. Esses números colocam São Paulo na liderança nacional na geração de empregos formais.
Entre janeiro e abril, o Estado respondeu por 29% das 699 mil vagas abertas no país. Em abril, a participação foi de 24% do total nacional. No acumulado de 12 meses, a fatia chegou a 22%. O setor de serviços foi o principal responsável pelas contratações em abril.
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O setor de serviços respondeu pela maior parte das contratações em abril, com saldo de 20 mil vagas. Dentro desse segmento, os destaques foram os setores de transporte, armazenagem e correio, que geraram 8 mil postos, além das áreas de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que somaram 7 mil vagas.
Na sequência, aparecem a indústria geral, com 2 mil empregos, a construção civil, também com 2 mil, e a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 1 mil vagas criadas.
O salário médio de admissão em São Paulo ficou em R$ 2.693,01 em abril, o maior do país. Esse valor superou a média nacional, que é de R$ 2.386,56, e também ficou acima da média da Região Sudeste, que é de R$ 2.548,35.
Esses dados refletem um cenário de crescimento no mercado de trabalho paulista, destacando não apenas a quantidade de vagas abertas, mas também a valorização dos salários, que pode ser um indicativo da demanda por mão de obra qualificada no Estado.

