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Política

EUA classificam PCC e CV como terroristas e mudam combate ao crime no Brasil

Rafael Ramos
De Rafael Ramos
Publicado: 05/06/2026
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Decisão americana abre nova frente global contra as maiores facções brasileiras. Medida pode ser divisor de águas no enfrentamento ao crime organizado no país.

Popular passa diante de muro pichado com as iniciais do Comando Vermelho | Foto: Alaor Filho/Estadão Conteúdo crime

A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as maiores facções brasileiras — o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — como organizações terroristas internacionais representa um divisor de águas geopolítico. Longe de ser um formalismo burocrático, essa medida constitui oportunidade histórica e soberana para o Brasil golpear o coração do crime organizado, algo que as forças de segurança pública domésticas não conseguem consolidar sozinhas no plano global.

O grande mérito prático dessa dupla classificação é deslocar o combate à criminalidade da tradicional e inócua guerra de atrito nas favelas, periferias e fronteiras para uma guerra financeira de alta intensidade contra o topo da pirâmide criminosa. O crime organizado brasileiro há muito tempo deixou de ser questão paroquial de segurança pública para se transformar em um problema corporativo transnacional. 

Diagnóstico do Ministério Público brasileiro ilustra a gravidade do cenário atual: uma única ação da Operação Carbono Oculto revelou que apenas seis fintechs, operando como bancos paralelos e ocultos para o PCC, movimentaram a impressionante cifra de R$ 26 bilhões. Esse volume astronômico de recursos não permanece estático e passa a inundar o sistema financeiro e o comércio nacional ao custear esquemas de corrupção, fraudar licitações, controlar prefeituras, financiar campanhas eleitorais e destruir a livre iniciativa por meio de uma concorrência desleal imbatível baseada no fluxo infinito do narcotráfico.

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A legitimidade dessa classificação norte-americana encontra eco na própria realidade factual do Brasil. Embora PCC e CV tenham nascido como quadrilhas de narcotráfico, a evolução de suas estratégias operacionais incorporou o terrorismo instrumental como método de coerção e demonstração de poder. O crime organizado brasileiro não hesita em utilizar o terror psicológico coletivo, destruição de infraestruturas públicas e pânico em massa para subjugar o Estado e a sociedade civil, encaixando-se perfeitamente no conceito sociológico e jurídico de atos terroristas.

Ajuda internacional no combate ao crime

Ao contrário das narrativas que enxergam nessa medida uma violação da soberania ou pretexto para intervenções estrangeiras, a ação norte-americana ajuda, fundamentalmente, a devolver à sociedade o direito de ocupar seu próprio território e suas instituições. Quem verdadeiramente viola a soberania nacional hoje são as facções, que impõem um poder paralelo armado.

O Brasil não perde sua autonomia territorial ou jurídica, uma vez que o monopólio da força operacional e as decisões judiciais dentro de nossas fronteiras permanecem estritamente sob o controle das autoridades brasileiras. Argumentos que insistem na tese de “intromissão” distorcem os fatos para fins puramente políticos, ignorando que a soberania real se protege asfixiando os criminosos que subjugam o país, e não isolando o Brasil dos mecanismos globais de justiça financeira.

A cooperação internacional e o uso desses novos instrumentos de asfixia econômica são o único caminho viável para estancar o banho de sangue nas metrópoles brasileiras. Retirar o oxigênio financeiro do PCC e do CV significa esvaziar a capacidade de compra de fuzis, blindados, drones e tecnologia de criptografia que hoje desafiam abertamente as estruturas do Estado. O grande trunfo das facções não é a droga em si, é a capacidade de lavar o dinheiro. Bloqueado o circuito global, o império criminoso começa a ser desmontado por dentro.

Leia também: “O duro recado de Washington ao Brasil”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 324 da Revista Oeste

O post Asfixia do crime apareceu primeiro em Revista Oeste.

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