Tornozeleira eletrônica de Bolsonaro tem carregador trocado, segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, que comunicou o fato ao Supremo Tribunal Federal.
Tornozeleira eletrônica de Bolsonaro tem carregador trocado, diz PM
Substituição ocorreu na madrugada de 29 de março
A Polícia Militar do Distrito Federal comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o carregador da tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro foi substituído entre 0h34 e 1h03 da madrugada de domingo, 29 de março. A troca foi executada pela policial penal Rita de Cassia Gaio, a mesma servidora que, no ano passado, entrou na residência de Bolsonaro após uma tentativa de violação do equipamento com um ferro de solda.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar de 90 dias
Condenado definitivamente a 27 anos e três meses de prisão por participação em trama golpista, Bolsonaro cumpre 90 dias de prisão domiciliar e deve manter a tornozeleira carregada 24 horas por dia. A PM, responsável pela vigilância da casa do ex-mandatário, não informou o motivo da troca do carregador.
Ministro Alexandre de Moraes pode pedir detalhes
As informações já estão sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. Com base no relato oficial, Moraes poderá solicitar novos esclarecimentos para saber se houve falha técnica ou outra circunstância que justificasse a substituição do dispositivo.
Monitoramento eletrônico exige carga permanente
O uso de tornozeleira eletrônica impõe ao custodiado o dever de manter o equipamento energizado continuamente. De acordo com a cartilha do STF, falhas de bateria, danos ou tentativas de remoção podem ser interpretadas como descumprimento de medidas judiciais e resultar em sanções mais severas.
Até o momento, não há registro de violação dos termos da prisão domiciliar, mas a troca preventiva do carregador chamou a atenção dos órgãos de controle, que monitoram a integridade do sistema de rastreamento.
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Crédito da imagem: Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
