Ofensiva contra o Irã será intensificada, diz Netanyahu — Ofensiva contra o Irã é a palavra de ordem do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que, em 1º de março de 2026, declarou que a operação militar iniciada em 28 de fevereiro “vai se intensificar ainda mais nos próximos dias”.
Ofensiva contra o Irã será intensificada, diz Netanyahu
Em mensagem divulgada na rede social X, Netanyahu afirmou que as Forças de Defesa de Israel avançam “no coração de Teerã com intensidade crescente”. Segundo ele, o objetivo é manter a pressão sobre o regime iraniano, mesmo após centenas de mortes resultantes dos ataques conjuntos de Israel e dos Estados Unidos.
Dados do Ministério da Educação do Irã indicam que um bombardeio a uma escola em Minab, no sul do país, provocou a morte de 153 meninas e deixou 95 feridos. No total, as autoridades iranianas apontam centenas de vítimas civis desde o início da operação.
Como resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou o lançamento de ataques contra território israelense e pelo menos 27 bases militares norte-americanas espalhadas pelo Oriente Médio. Dois centros urbanos israelenses, Tel Aviv e Beit Shemesh, foram citados por Netanyahu como alvos de mísseis iranianos.
Durante pronunciamento, o premiê reconheceu “dias dolorosos” para a população de Israel, expressou condolências às famílias das vítimas e desejou rápida recuperação aos feridos. Ainda na mesma publicação, destacou a morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, ocorrida em 28 de fevereiro, além de “dezenas de figuras importantes” do regime persa.
Netanyahu relatou ter se reunido com o ministro da Defesa, o chefe do Estado-Maior e o diretor do Mossad para definir os próximos passos da campanha. Ele declarou que a aliança militar com os Estados Unidos, liderada pelo presidente Donald Trump, permite “atacar o regime terrorista em cheio” e cumprir promessa feita “há 40 anos”.
A escalada preocupa a comunidade internacional; a Organização das Nações Unidas (ONU) acompanha os desdobramentos do confronto.
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Crédito da imagem: Frame/X/Benjamin Netanyah
Fonte: Agência Brasil
