O vice-governador da Bahia, Geraldinho, participou nesta quinta-feira (25) dos atos vespertinos das celebrações da Data Magna da Independência, em Cachoeira, no Recôncavo Baiano. A programação incluiu uma série de atividades cívicas, culturais e institucionais, que destacaram a importância histórica do município no processo de independência do Brasil.
Ao lado da prefeita Eliana e da Primeira Dama do Estado, a professora Tatiana Veloso, Geraldinho esteve presente em diversos locais significativos, como a Câmara de Vereadores, a sede da Irmandade da Boa Morte e o Fórum Augusto Teixeira de Freitas. Durante o desfile cívico, que contou com bandas marciais temáticas, o vice-governador ressaltou o simbolismo de Cachoeira na construção da liberdade baiana e brasileira.
“Cachoeira é símbolo da coragem, da resistência e do patriotismo do povo baiano. Foi aqui que o grito de liberdade ganhou força e ajudou a construir o caminho que culminou no 2 de Julho de 1823”, afirmou.
Geraldinho também celebrou a presença dos três poderes do estado em Cachoeira neste ano, destacando que, pela primeira vez, os poderes Judiciário e Legislativo da Bahia transferem simbolicamente suas sedes para o município durante a Data Magna. “Além do Executivo, que desde 2007 é transferido para cá, a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça e o Governo do Estado se unem aqui em reverência à força do Recôncavo e do seu povo”, completou.
A programação das celebrações reafirmou o papel histórico de Cachoeira, que teve uma participação decisiva no movimento de independência iniciado no Recôncavo e consolidado com a expulsão das tropas portuguesas em 1823. Além das atividades cívicas, também ocorreram atos institucionais do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia e da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia, além de ações do Governo do Estado nas áreas de cidadania, saúde, educação, direitos humanos e segurança pública.
As celebrações reafirmaram Cachoeira como um símbolo da resistência e da identidade baiana. “Aqui, a independência não foi apenas proclamada — ela foi construída pelo povo, com participação de negros, indígenas, marisqueiras, pescadores e combatentes anônimos”, finalizou Geraldinho.
