No TSE, em 6 de agosto, Justiça Eleitoral, Justiça do Trabalho e MPT iniciam mobilização nacional. O objetivo é prevenir o assédio eleitoral no trabalho e garantir liberdade e sigilo do voto.
A Justiça Eleitoral, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho (MPT) realizam, nesta quinta-feira, 6 de agosto, às 9h30, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o lançamento da Aliança pelo Voto Livre e Secreto. Este evento marca o início de uma mobilização nacional com o objetivo de prevenir e combater o assédio eleitoral no ambiente de trabalho.
O acordo de cooperação técnica que será assinado entre as instituições formaliza a parceria para o desenvolvimento de ações conjuntas em defesa da liberdade de voto e do fortalecimento da democracia no Brasil. Com o slogan “No meu voto mando eu”, a campanha busca convidar toda a sociedade a participar da iniciativa, ressaltando que a escolha eleitoral é um direito individual que deve ser exercido de forma livre, sem qualquer tipo de pressão ou interferência.
A proposta visa aumentar a conscientização sobre o assédio eleitoral e incentivar a adesão de pessoas físicas, empresas, instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e entidades de classe. O objetivo é formar uma ampla rede em defesa do voto livre e secreto, promovendo um ambiente democrático saudável.
A adesão à Aliança é simples. Os interessados podem acessar a página da campanha, baixar os materiais de divulgação e registrar seu compromisso com a iniciativa. O material é disponibilizado para uso gratuito e pode ser personalizado por empresas e órgãos públicos, aumentando o alcance da mobilização.
Os participantes também têm a oportunidade de compartilhar suas adesões nas redes sociais, marcando o perfil do Tribunal Superior do Trabalho (@tstjus), o que ajuda a fortalecer a mensagem em defesa da democracia e da liberdade de escolha.
O assédio eleitoral no local de trabalho consiste na utilização de influência por parte de empregadores, gestores ou outras pessoas em posição de autoridade para tentar direcionar ou constranger as escolhas políticas dos trabalhadores. Entre as práticas mais comuns estão: ameaças de demissão, promessas de benefícios em troca de apoio político, exigência de participação em atos de campanha e fiscalização sobre o voto dos colaboradores.
Essas ações não apenas violam direitos fundamentais, mas também comprometem a liberdade do voto e os princípios democráticos consagrados pela Constituição Federal.
Serviço: Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica – Aliança pelo Voto Livre e Secreto. Data: 6 de agosto de 2026 (quinta-feira). Horário: 9h30. As entrevistas e imagens estarão disponíveis pelas assessorias de comunicação do TSE, TST e MPT.
