Sônia Guajajara internada no Incor evolui com melhora clínica após ser hospitalizada para investigação de um quadro infeccioso, informou boletim divulgado pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo. A titular do Ministério dos Povos Indígenas permanece em observação na UTI, respondendo bem ao tratamento e sem novos episódios de febre desde 22 de março.
Sônia Guajajara internada no Incor evolui com melhora clínica
De acordo com o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano, responsável pelo caso, a ministra apresenta sinais vitais estáveis e exames laboratoriais em curva de recuperação. Ela foi levada ao hospital no último sábado (21 de março) após relatar mal-estar, febre alta e dor abdominal durante compromissos oficiais na capital paulista.
Em comunicado publicado nas redes sociais, a equipe de Sônia Guajajara destacou que a evolução clínica é “favorável”, salientando que a permanência na UTI é preventiva, destinada ao acompanhamento de possíveis variações no quadro infeccioso. A nota também reforça que, por orientação médica, a ministra continua submetida a exames complementares.
O Instituto do Coração, referência nacional em cardiologia e terapias intensivas, confirmou que ainda não há previsão de alta. “A paciente evolui positivamente, mas seguirá em monitoramento contínuo até a completa estabilidade”, diz trecho da informação oficial disponibilizada pelo Incor.
Esta é a segunda passagem de Guajajara pelo hospital paulista em pouco mais de dois anos. Em 2024, ela chegou a ser internada na mesma unidade depois de sentir indisposição durante uma agenda pública. Na ocasião, recebeu alta após avaliação clínica e prosseguiu normalmente com o cronograma de trabalho.
No cenário político, aliados do governo mantém-se informados sobre o estado de saúde da ministra, enquanto a pasta dos Povos Indígenas segue sob comando interino de assessores diretos. Até que um novo boletim seja emitido, qualquer atividade externa permanecerá suspensa.
A internação de Sônia Guajajara reforça a importância da atenção imediata a sintomas de infecção, especialmente em líderes que enfrentam agendas intensas. Especialistas lembram que febre persistente e dor abdominal podem indicar processos inflamatórios graves, exigindo avaliação hospitalar.
Continue acompanhando atualizações sobre a saúde de autoridades e outras notícias na nossa editoria de Saúde.
Crédito da imagem: Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
