Rogério Ceni comenta vaias na Fonte Nova e fala em pressão
Rogério Ceni comenta vaias na Arena Fonte Nova e atribui o principal desafio do duelo contra a Juazeirense, vencido por 4 a 2, ao clima de forte pressão criado pela torcida tricolor, mesmo após a classificação do Bahia à final do Campeonato Baiano.
Escalação mantida para enfrentar o desconforto
Em entrevista coletiva concedida em 28 de fevereiro de 2026, o treinador explicou que repetiu a equipe eliminada na fase preliminar da Libertadores por considerar injusto retirar atletas abalados. Segundo ele, o grupo precisava “encarar de frente” o revés recente e reagir diante dos torcedores.
Pressão das arquibancadas
Ceni afirmou que o ambiente de vaias contínuas foi mais complicado do que o próprio adversário. “Imagina você trabalhar sendo vaiado o tempo inteiro; isso drena a concentração”, declarou. O técnico reconheceu o direito de protesto, mas enfatizou que manifestações durante os 90 minutos “não ajudam o time a sair da crise”.
Entendimento da mágoa, pedido de apoio
O comandante lembrou que o Bahia perdeu apenas uma das 15 partidas disputadas na temporada, justamente a que resultou na eliminação continental. “O torcedor paga ingresso e pode vaiar, mas a equipe também sente”, disse, acrescentando que a confiança dos jogadores é diretamente afetada quando as arquibancadas permanecem hostis.
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Próximo compromisso
Com a vaga garantida, o Esquadrão decide o título estadual no dia 8 de março, contra Vitória ou Jacuipense. Até lá, Ceni espera que a atmosfera mude: “Precisamos do apoio da Fonte Nova para fechar o Baianão com chave de ouro”.
No contexto das críticas e da expectativa pela final, o técnico concluiu que a união entre campo e arquibancada será determinante para o desfecho da temporada estadual.
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Crédito da imagem: Letícia Martins / EC Bahia
Fonte: ecbahia.com
