Rogério Ceni cobra eficiência do Bahia após empate no clássico e admite que o Tricolor controlou as ações diante do Vitória, mas não transformou a superioridade em vitória na partida válida pela Série A, realizada na última quarta-feira (11).
Rogério Ceni cobra eficiência do Bahia após empate no clássico
Em entrevista coletiva concedida logo após o apito final, o técnico tricolor afirmou que o Bahia “tinha todos os elementos para vencer” ainda na primeira etapa. Segundo Ceni, o time apresentou posse de bola, infiltrações e trocas de passe que poderiam ter definido o resultado antes do intervalo. “Tivemos pênalti, bola na trave e defesas do goleiro adversário. Faltou matar o jogo”, declarou.
O comandante reconheceu que os primeiros 15 minutos registraram baixa produção ofensiva, mas destacou a evolução logo em seguida. Para ele, o pênalti desperdiçado impactou emocionalmente a equipe, que, apesar disso, manteve o domínio territorial. “Sentimos não ter convertido, mas continuamos comandando as ações”, explicou.
A defesa, porém, voltou a ser tema de preocupação. Ceni classificou o gol sofrido como “muito parecido” com falhas vistas em duelos anteriores, mencionando erro de posicionamento e descuido no rebote que resultaram na assistência involuntária ao rival. “Precisávamos ter interrompido o contra-ataque ainda no campo de defesa”, enfatizou.
No segundo tempo, o treinador observou queda de intensidade física e admitiu ter menos opções para alterações táticas. Mesmo assim, elogiou o empenho do elenco. “Não posso reclamar da dedicação de todos. Jogamos melhor, mas seguimos com dificuldade em balançar a rede pela segunda vez”, avaliou.
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Com o empate, o Bahia somou mais um ponto na tabela e manteve a invencibilidade recente, mas perdeu a chance de se aproximar do pelotão de cima. A preparação agora se volta para o confronto diante do Internacional, agendado para domingo (15), às 16h, fora de casa.
Estatísticas oficiais do Campeonato Brasileiro, divulgadas pela Confederação Brasileira de Futebol, apontam que o Bahia tem média inferior a um gol marcado por partida, dado que reforça a preocupação expressa por Ceni sobre a eficiência ofensiva.
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Crédito da imagem: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Fonte: ecbahia.com
