Rogério Ceni Bahia: o treinador, que já soma 160 partidas à frente do Tricolor de Aço, tem projeção para alcançar a vice-liderança no ranking de técnicos que mais comandaram o clube ao fim da temporada 2026.
Rogério Ceni Bahia pode chegar ao 2º lugar em ranking histórico
Com contrato renovado até dezembro de 2027, Rogério Ceni inicia 2026 consolidado no cargo e com chance de escalar posições expressivas na lista de comandantes que mais dirigiram o Esporte Clube Bahia. Desde setembro de 2023, o ex-goleiro acumula 82 triunfos, 32 empates e 46 derrotas, rendimento de 57,9% em 160 compromissos oficiais.
O calendário nacional reformulado, mas ainda volumoso, reserva ao clube entre 51 e 77 partidas no próximo ano, dependendo do avanço em todas as competições. Mesmo no cenário mínimo, Ceni ultrapassará seis nomes de peso: Joel Santana (166 jogos), Carlos Froner (169), Dante Bianchi (190), Orlando Fantoni (202), Zezé Moreira (206) e Pinguela (208), atingindo 211 atuações e tornando-se o segundo técnico com mais partidas na história tricolor.
O primeiro lugar permanece distante. Ídolo máximo no banco de reservas, Evaristo de Macedo lidera com 385 aparições. A diferença, contudo, deixa de ser inalcançável caso Ceni mantenha a média anual de jogos e a diretoria preserve o projeto esportivo até 2027.
Além dos números, a passagem do atual técnico já inclui feitos relevantes: manutenção na Série A, conquistas do Campeonato Baiano e da Copa do Nordeste, além de duas vagas consecutivas na Libertadores. Esses resultados reforçam o status de maior sequência de estabilidade no comando tricolor desde a virada do século.
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De acordo com levantamento publicado pelo ge.globo.com, a tendência de permanência longa no cargo acompanha um movimento ainda raro no futebol brasileiro, onde a média de troca de técnicos por clube supera duas mudanças por temporada.
No Bahia, a diretoria confia no planejamento elaborado em conjunto com Ceni, que envolve integração das divisões de base, uso de estatísticas avançadas e foco em consolidação financeira, pilares que sustentam a meta de manter o treinador por, pelo menos, mais duas temporadas completas.
Ao fim de 2026, portanto, o Esquadrão pode celebrar não só novas metas esportivas, mas também o alcance de um marco histórico que coloca Rogério Ceni imediatamente atrás de Evaristo de Macedo na galeria dos maiores comandantes do clube.
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Crédito da imagem: Letícia Martins / EC Bahia
Fonte: ecbahia.com
