Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda indica que a rejeição de Lula recuou de 55% para 54%, enquanto Flávio Bolsonaro segue em 56% de rejeição. Ambos continuam como os presidenciáveis mais rejeitados.
A rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 55% para 54% em uma semana, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) se manteve com uma rejeição de 56%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28).
Ambos continuaram como os candidatos à Presidência com maior rejeição. Na pesquisa divulgada no dia 21, 56% afirmavam que não votariam de jeito nenhum em Flávio e 55% em Lula. Naquele levantamento, os dois estavam tecnicamente empatados no indicador, em razão da margem de erro de dois pontos percentuais do estudo.
A pesquisa foi a primeira da Quaest após a proibição das bets no país, anunciada por Lula na tarde da última sexta-feira (25). O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de setembro e teve como objetivo, em parte, medir os efeitos da medida. A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos.
A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.
A pesquisa também testou um cenário de primeiro turno. Nesta fase, Lula apareceu com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro teve 34%. Na rodada anterior, o petista tinha 37% e o senador, 33%.
1º turno
- 39% — Lula;
- 34% — Flávio Bolsonaro;
- 4% — Augusto Cury;
- 4% — Ronaldo Caiado;
- 3% — Renan Santos;
- 1% — Romeu Zema;
- 0% — Samara Martins (UP);
- 0% — Clariana Barão (DC);
- 0% — Edmilson Costa (PCB);
- 0% — Hertz Dias (PSTU);
- 0% — Rui Costa Pimenta (PCO);
- 0% — Veterinário Wilson Grassi (Democrata);
- 0% — Leonardo Avalanche (PRTB);
- 5% — Indecisos;
- 10% — Branco/nulo/não vai votar.
Os números divulgados pela Quaest mostram pouca variação nas posições de liderança entre os dois pré-candidatos com maior rejeição, observando-se mudanças pequenas nas intenções de voto entre as semanas avaliadas. A combinação do patamar de rejeição e das intenções no primeiro turno será usada por analistas e cenários de campanha para avaliar estratégias e impactos de decisões recentes anunciadas por autoridades.
Como habitual em levantamentos eleitorais, a margem de erro e o período de coleta são fatores relevantes para interpretar as diferenças entre uma rodada e outra. O registro no TSE e a amplitude da amostra foram informados pela Quaest no material divulgado sobre o levantamento.
