Após quase 3 anos e 9 meses de mandato, levantamento aponta 49% de desaprovação e 46% de aprovação ao governo Lula. Os índices se mantiveram estáveis, com variação dentro da margem de erro em relação à semana passada.
Depois de quase três anos e nove meses de mandato, a pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28, indica que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é reprovado por praticamente metade da população brasileira. O levantamento mostra também que 46% dos eleitores aprovam a gestão.
Segundo o estudo, o índice de desaprovação se manteve estável, com oscilação dentro da margem de erro, em relação à pesquisa anterior, realizada na semana passada. Naquele levantamento, 50% diziam reprovar e 44% aprovavam o governo.
Situação do governo
- 49% — Desaprovam
- 46% — Aprovam
- 5% — Não sabe/não respondeu
A pesquisa também perguntou aos entrevistados como avaliam, de forma geral, a condução do governo. Os resultados apontam uma percepção mais negativa do que positiva entre os eleitores, com percentuais que, segundo o levantamento, oscilam dentro da margem de erro.
Avaliação da gestão
- 41% — Avaliação negativa
- 34% — Avaliação positiva
- 23% — Regular
- 2% — Não sabe/não respondeu
O instituto entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança informado é de 95%.
O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consta sob o código BR-06520/2026. As variações entre este levantamento e o anterior foram descritas pelo próprio estudo como dentro da margem de erro, o que indica estabilidade nas principais medidas de aprovação e avaliação do governo no período analisado.
Os números apresentam um retrato da percepção pública neste momento do mandato, com diferença de três pontos porcentuais entre aprovação e desaprovação e uma fatia pequena de eleitores que não souberam ou não quiseram responder. Observadores apontam que, em pesquisas desse tipo, variações dentro da margem de erro costumam ser interpretadas como manutenção do cenário anterior, mas cada levantamento acrescenta elementos para acompanhar a tendência entre os eleitores.
