Psicóloga brasileira desaparece na Inglaterra desde 3 de março, quando foi vista no campus da Universidade de Essex, a cerca de 90 quilômetros de Londres. A cearense Vitória Figueiredo Barreto, 30 anos, embarcou em um ônibus por volta das 13h (horário local) e desceu, meia hora depois, na marina de Brightlingsea, segundo relatos da polícia de Essex.
Itamaraty acompanha investigações
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores informou que o Itamaraty monitora o caso por meio do Consulado-Geral do Brasil em Londres. A representação mantém diálogo constante com as autoridades britânicas e presta assistência consular à família da psicóloga.
Detalhes do último avistamento
De acordo com a polícia de Essex, Vitória trajava casaco escuro, suéter de gola alta azul, calça jeans clara, tênis preto e carregava bolsa branca com a frase “People over profit”. O último sinal do celular apontou localização no mar, nas proximidades das docas de Brightlingsea, o que levou amigos e parentes a pedirem reforço nas buscas marítimas.
“Estamos preocupados e precisamos encontrá-la para garantir sua segurança”, destacou a corporação, que orienta qualquer pessoa no Reino Unido com informações a ligar para o número de emergência 999. Mais detalhes sobre as ações policiais podem ser conferidos no site oficial da Essex Police, reconhecido pela transparência em casos de pessoas desaparecidas.
Mobilização de familiares e entidades
Amigos de Vitória têm utilizado redes sociais para compartilhar cartazes virtuais e solicitar apoio, sobretudo devido às baixas temperaturas registradas na costa do condado. O Conselho Regional de Psicologia do Ceará manifestou solidariedade e ressaltou o trabalho da profissional no Projeto 4 Varas, iniciativa voltada à saúde mental comunitária.
Em nota, o colegiado pediu “circulação responsável de informações” e colaboração direta com os investigadores britânicos, evitando boatos que possam atrapalhar o andamento das buscas.
Até o momento, não há confirmação sobre o paradeiro da brasileira, e as autoridades locais mantêm equipes terrestres e marítimas em operação contínua. Familiares permanecem no Brasil, mas recebem atualizações periódicas do consulado sobre cada etapa da investigação.
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Crédito da imagem: Instagram/vitoriafbarreto_
Fonte: Agência Brasil
