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“Parem de nos matar porque nós não vamos morrer”, afirma Cármen Lúcia em debate sobre violência de gênero

Rita Moraes
De Rita Moraes
Publicado: 19/03/2026
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Autoridades do Judiciário, Ministério Público e PF discutiram os impactos da sub-representação feminina e os desafios institucionais no Brasil

 

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, fez discurso firme sobre violência de gênero e participação feminina na política durante evento em celebração ao Dia Internacional das Mulheres, realizado nesta quarta-feira (18) pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) em parceria com as Embaixadas do Canadá e da Noruega. Ao abordar o aumento dos casos de violência, Cármen Lúcia classificou o cenário como alarmante e afirmou: “Parem de nos matar porque nós não vamos morrer”.

Segundo a ministra, o Brasil vive uma “epidemia” de assassinatos de mulheres, realidade que também se reflete na política, com o aumento de ataques e intimidações contra candidatas e lideranças femininas. Para ela, a desigualdade de gênero tem raízes históricas e foi estruturada para limitar a presença feminina nos espaços de poder. “A sociedade foi organizada para que os homens participassem da política e as mulheres ficassem restritas a outros espaços”, disse.

Cármen Lúcia criticou o padrão de ataques direcionados às mulheres no debate público, sobretudo em períodos eleitorais, com abordagens mais agressivas e de caráter pessoal. Segundo ela, esse ambiente hostil contribui para afastar mulheres da vida política. Apesar dos avanços legais, segundo a ministra, a realidade ainda é desigual: “A igualdade está na Constituição, mas não está na vida”. Por fim, ela defendeu o enfrentamento à violência de gênero como condição para o funcionamento pleno da democracia. “Uma democracia que deixa de fora mais de 50% da população não é completa”, concluiu.

 

Créditos: Marina Gadelha/Divulgação CEUB

Cooperação internacional em prol das mulheres

Na abertura do evento, o ministro-conselheiro da Embaixada do Canadá, Simon Cridland, destacou que a sub-representação feminina é um problema global e que a paridade nos cargos de poder ainda está distante, podendo levar mais de um século para ser alcançada no ritmo atual. “Quando as mulheres são excluídas da esfera pública, a sociedade perde perspectivas essenciais para políticas mais justas e eficazes”, afirmou.

O embaixador da Noruega no Brasil, Kjetil Elsebutangen, ressaltou a importância da cooperação internacional no enfrentamento da violência política de gênero e defendeu a ampliação da participação de grupos historicamente excluídos. “É fundamental garantir que todas as pessoas, especialmente mulheres, jovens e pessoas LGBTQI+, participem da vida pública com segurança e em igualdade de condições”, disse.

O reitor do CEUB, Pio Pacelli Moreira Lopes, destacou o papel da universidade como um espaço aberto, plural e essencial para a promoção da participação feminina em todas as esferas e poderes. “À educação superior cabe um papel decisivo nesse processo, como espaço de produção de conhecimento, de formação crítica e de compromisso com o fortalecimento das instituições democráticas”, afirmou o reitor.

 

Créditos: Marina Gadelha/Divulgação CEUB

 

Instituições no enfrentamento à violência política
O evento reuniu instituições públicas para debater estratégias de enfrentamento à violência política de gênero. O delegado da Polícia Federal Henrique Oliveira Santos abordou os desafios na investigação de crimes no ambiente digital e a necessidade de aprimorar mecanismos de identificação e responsabilização. Já a procuradora Raquel Branquinho, do Ministério Público, enfatizou a atuação integrada com respostas mais ágeis do sistema de Justiça. Também foram abordadas a produção de dados e a criação de ambientes mais seguros para ampliar a presença feminina nos espaços de decisão

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