Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, votou neste domingo no Lago Sul por volta das 8h. Antes da votação, acompanhou a emissão de documento que confirma que não havia votos registrados no sistema.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, votou neste domingo, 25, no segundo turno das eleições, em Brasília (DF). Ele registrou o voto por volta das 8h, no Lago Sul, região administrativa da capital federal.
Antes de votar, o ministro acompanhou a emissão da zerésima, documento que comprova que o sistema de totalização não tem votos registrados antes do início da votação. À frente do TSE, Nunes Marques conduziu a organização do processo eleitoral que define o próximo presidente da República.
Neste domingo, os eleitores escolheram entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além da disputa presidencial, votaram também eleitores do Distrito Federal e de cinco Estados para governador: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
No sábado, 24, Nunes Marques pediu que os eleitores verificassem as informações que recebem e compartilham nas redes sociais, em um pronunciamento no qual fez alerta contra mensagens de caráter sensacionalista ou acusatório dirigidas a candidatos e à Justiça Eleitoral. O ministro destacou ainda a importância de preservar o sigilo do voto e de confirmar o local de votação antes de sair de casa.
As seções eleitorais funcionaram das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem não votou no primeiro turno pôde participar do segundo, desde que estivesse com a situação eleitoral regular. De acordo com a Justiça Eleitoral, cerca de 33 milhões de eleitores se abstiveram de votar no 1º turno das eleições de 2026.
Para votar, o eleitor deveria apresentar um documento oficial com foto; também era possível usar o e-Título desde que o aplicativo tivesse fotografia cadastrada. O celular não poderia entrar na cabine de votação. O eleitor poderia levar uma anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos.
O acompanhamento da zerésima e as orientações públicas do presidente do TSE integraram a rotina de fiscalização e comunicação do tribunal no segundo turno, com o objetivo de garantir a regularidade do processo e reduzir a circulação de informações falsas ou enganosas nas vésperas da votação.
