Mpox grupo lp: São Paulo confirma segundo caso da variante em um paciente estrangeiro de 39 anos, segundo informou a Secretaria de Estado da Saúde paulista em 13 de janeiro de 2026.
Detalhes do novo diagnóstico
De acordo com a pasta, o homem, residente em Portugal, apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro enquanto estava no Brasil. Ele procurou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, onde ficou internado por um dia antes de retornar ao país de origem. Até o momento, não há relatos de sintomas entre as pessoas que tiveram contato com ele no local de hospedagem.
Casos anteriores e gravidade da mpox grupo lp
O primeiro registro da mpox grupo lp em São Paulo ocorreu em 2025, em uma mulher de 29 anos que evoluiu para a cura. Autoridades sanitárias classificam essa variante como mais agressiva e potencialmente letal. A nova confirmação reacende o alerta para medidas rápidas de detecção e isolamento.
Entenda a mpox
A mpox pertence ao mesmo gênero viral da antiga varíola humana, porém costuma apresentar menor taxa de mortalidade. A transmissão se dá pelo contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres portadores do vírus. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), surtos recentes têm demonstrado a importância da vigilância internacional para conter a doença.
Sinais, sintomas e orientações
Os sintomas iniciais incluem erupções cutâneas ou lesões na pele, linfonodos inchados, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza. A Secretaria de Saúde recomenda que qualquer pessoa com manifestações compatíveis procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e evite contato próximo com terceiros até receber orientação médica.
Em nota, o órgão reforçou que a identificação precoce de casos de mpox grupo lp é fundamental para prevenir a propagação, sobretudo em ambientes de alta circulação de viajantes.
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Crédito da imagem: REUTERS/Dado Ruvic
Fonte: Agência Brasil
