Mirassol corre para cumprir exigências e manter vaga na Libertadores Mirassol, quarto colocado do Brasileirão com 60 pontos, trabalha para atender às normas da Conmebol e assegurar sua primeira participação na Copa Libertadores de 2026.
Pendências envolvendo futebol feminino e estádio
Desde 2018, a Conmebol exige que clubes classificados à Libertadores mantenham uma equipe feminina. O Mirassol não pretende firmar parceria com outro time e já iniciou a estruturação de um plantel próprio, segundo apuração da ESPN.
Outra adequação necessária diz respeito ao Estádio José Maria de Campos Maia. Para duelos de mata-mata, o regulamento determina arenas com capacidade mínima de 20 mil lugares. Hoje, o estádio em Mirassol comporta público inferior a esse limite, o que obriga o clube a planejar uma ampliação ou a escolher um palco alternativo.
Possíveis opções de arena fora de casa
Como os confrontos também precisam ocorrer a até 140 quilômetros de um aeroporto internacional, a diretoria avalia atuar em São Paulo. Estádios como Morumbis, Allianz Parque e Pacaembu surgem como alternativas viáveis. A documentação final deve ser enviada antes do início da competição, conforme detalha o regulamento oficial da Conmebol.
Prazo e planejamento logístico
Os dirigentes correm contra o tempo para concluir reformas, fechar contratos de locação e inscrever o elenco feminino. A expectativa é cumprir todas as etapas burocráticas ainda na pré-temporada de 2026, evitando qualquer risco de perda da vaga conquistada dentro de campo.
Com o planejamento em andamento, a torcida aguarda o desfecho positivo para ver o Mirassol na Libertadores pela primeira vez, marco histórico que pode impulsionar a visibilidade do clube no cenário sul-americano.
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Crédito da imagem: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Fonte: Futebol Baiano
