A ex-primeira-dama deixou o hospital nesta quarta (23), após internação na terça para tratar uma crise de enxaqueca. Em postagem nas redes, agradeceu orações e carinho: 'De alta, graças ao meu bom Deus!'
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira (23), após ter sido internada para tratar um quadro de enxaqueca refratária na última terça-feira. A alta foi confirmada no mesmo dia em que a internação havia ocorrido, e a paciente voltou a comunicar seu estado de saúde ao público pelas redes sociais.
“De alta, graças ao meu bom Deus!”
Além da informação sobre a alta, Michelle também registrou agradecimento pelas orações e pelo carinho recebidos durante o período de internação. A mensagem de agradecimento foi direcionada ao público em geral, em tom de gratidão.
“Deus abençoe cada um de vocês!”
Michelle é candidata ao Senado pelo Distrito Federal e já vinha em tratamento para cefaleia há dois meses. Segundo informações divulgadas, a internação desta semana teve como objetivo tratar um quadro considerado refratário — termo usado para descrever episódios de enxaqueca que não respondem adequadamente aos tratamentos iniciais.
Em agosto deste ano, a ex-primeira-dama também foi internada para tratar dores de cabeça. Na ocasião, ela passou por uma bateria de exames e por procedimentos médicos destinados a investigar e tentar controlar a enxaqueca. Essa primeira internação ocorreu nas vésperas da convenção do Partido Liberal (PL), evento que oficializou as candidaturas de Michelle e de outra pré-candidata ao Senado.
O histórico recente de atendimentos e internações por dores de cabeça tem sido ressaltado nas informações divulgadas sobre o quadro de saúde. Até o momento, a comunicação sobre a nova alta se resumiu às mensagens publicadas por Michelle nas redes sociais, em que ela se declara recuperada o bastante para deixar o hospital e agradece o suporte recebido.
Não foram divulgados detalhes adicionais sobre recomendações médicas específicas, balanço clínico final ou prazos de retorno a atividades da campanha. Também não foram informados nomes de hospitais ou profissionais que acompanharam o tratamento nesta internação mais recente.
O episódio reforça a continuidade do tratamento para cefaleia, iniciado há cerca de dois meses, e o acompanhamento médico que tem sido registrado ao longo deste período.
