Gestores escolares ganharam mais tempo para aderir ao programa federal que repassa recursos extras às escolas públicas. A adesão é feita pelo sistema Simec e beneficia redes estaduais e municipais.
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até o dia 10 de junho o prazo para que gestores e representantes de redes de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal se adessem ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). A data limite anterior seria nesta quarta-feira, dia 3.
O procedimento de adesão deve ser realizado pelo gestor escolar através do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).
A iniciativa destina recursos financeiros extras para as escolas públicas de educação básica, com o objetivo de promover a melhoria das condições de oferta, da infraestrutura e da qualidade do ensino em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional.
Em 2026, o PDDE Equidade contará com um investimento estimado em cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. O programa é uma ação do MEC em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Regulamentado pela Resolução nº 8, de 7 de maio de 2026, o PDDE Equidade visa fortalecer a equidade educacional nas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal, contribuindo para que todas as crianças e adolescentes tenham acesso a uma educação de qualidade.
Para esclarecer dúvidas sobre o processo de adesão ao PDDE Equidade, a equipe do MEC realizou um tira-dúvidas na terça-feira, dia 2, que pode ser assistido pelo canal oficial do MEC no YouTube. Essa ação busca garantir que todos os gestores escolares estejam cientes das etapas necessárias para participar do programa e assim, conseguir os recursos que podem transformar a realidade das escolas em áreas mais vulneráveis.
