Marcos Felipe afastado na Turquia após cobrar salários atrasados abre um impasse para o goleiro do Bahia, emprestado ao Eyüpspor até junho de 2026, depois de reclamar oficialmente de débitos salariais junto à diretoria turca.
Marcos Felipe afastado na Turquia após cobrar salários atrasados
A trajetória de Marcos Felipe, de 29 anos, sofreu uma reviravolta desde que o atleta notificou o Eyüpspor sobre pagamentos em atraso. De acordo com reportagem do jornal A TARDE, a quitação ocorreu logo após a cobrança, mas a resposta do clube foi o afastamento imediato do goleiro, que realizou 16 partidas e sofreu 20 gols antes da decisão.
Fontes próximas ao jogador relatam que a diretoria condiciona o retorno dele ao elenco à assinatura de um vínculo definitivo. A proposta foi recusada devido à instabilidade interna no clube, cujo presidente segue preso em meio a investigações sobre apostas ilegais, cenário que agrava a crise administrativa.
Pressão contratual e impacto no planejamento do Bahia
Sem atuar desde então, o atleta passou de titular absoluto a fora da lista de relacionados. A “ordem de cima”, como descreveu a fonte ao jornal, não tem relação com desempenho técnico — o Eyüpspor ocupa a 15.ª posição em seu campeonato.
O Bahia monitora a situação de perto, uma vez que a inatividade pode desvalorizar o jogador, peça considerada estratégica para futuras negociações de venda. Representantes do goleiro buscam rescindir o empréstimo antecipadamente ainda nesta janela de transferências, tentando recolocar Marcos Felipe em um ambiente competitivo e protegido contratualmente.
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Caos institucional no futebol turco
O episódio do brasileiro ocorre em um momento delicado para o esporte local. A Turquia vive seguidas prisões de dirigentes e suspeitas de manipulação de resultados, fatores que elevam o risco jurídico para profissionais estrangeiros atuando no país.
Enquanto não há definição, o goleiro treina separadamente, sem perspectiva de retorno aos gramados pelo Eyüpspor. Caso não haja acordo, a tendência é que permaneça afastado até o término do vínculo, em junho de 2026.
Em resumo, Marcos Felipe enfrenta uma “pressão contratual” em pleno caos institucional turco, enquanto o Bahia aguarda o desfecho para proteger seu patrimônio esportivo.
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Crédito da imagem: Divulgação
Fonte: A TARDE
