Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (24) mostra cenário de empate técnico na liderança da corrida ao Palácio do Planalto em 2026. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 39% de Flávio Bolsonaro (PL). A margem de erro apontada é de 1,8 ponto percentual, o que caracteriza empate técnico entre os dois.
Intenções de voto no 1º turno
- 41% — Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
- 39% — Flávio Bolsonaro (PL)
- 6% — Augusto Cury
- 3% — Renan Santos
- 2% — Ronaldo Caiado (União Brasil)
- 1% — Romeu Zema (Novo)
- 1% — Samara
- 1% — Rui Costa Pimenta (PCO)
- 1% — Clariana Barão
Candidatos sem pontuação
- 0% — Leonardo Avalanche
- 0% — Hertz Dias
- 0% — Edmilson Costa
- 0% — Veterinário Wilson Grassi
Entre os entrevistados, 4% indicaram voto branco ou nulo, e 2% preferiram não responder ou disseram não saber em quem votar.
Simulações de 2º turno
As simulações de um eventual segundo turno mostram disputa igualmente apertada entre os dois líderes.
Flávio Bolsonaro x Luiz Inácio Lula da Silva
- 46% — Flávio Bolsonaro
- 45% — Luiz Inácio Lula da Silva
Augusto Cury x Luiz Inácio Lula da Silva
- 45% — Augusto Cury
- 42% — Luiz Inácio Lula da Silva
Flávio Bolsonaro x Augusto Cury
- 41% — Flávio Bolsonaro
- 39% — Augusto Cury
Rejeição e avaliação do governo
O levantamento também mediu o potencial de voto e a rejeição dos principais nomes. O atual presidente registra 49% de rejeição absoluta, enquanto Flávio Bolsonaro soma 47% daqueles que afirmam que não votariam nele “de jeito nenhum”.
Sobre a avaliação do governo federal, 50% desaprovam o trabalho do presidente, 41% aprovam e 9% não opinaram. A fatia da população que considera a administração “ruim ou péssima” alcançou 48%.
Metodologia
A pesquisa entrevistou 3.000 eleitores entre os dias 20 e 23 de setembro de 2026, por meio de pesquisa telefônica IVR. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01739/2026.
Os números indicam uma polarização consolidada na disputa presidencial, com diferença estreita entre os dois primeiros colocados tanto no primeiro turno quanto em simulações de segundo turno.
