Bahia pode lucrar até R$ 22,6 milhões com Cauly
Bahia pode lucrar até 3,6 milhões de euros (cerca de R$ 22,6 milhões) na transferência do meia Cauly para o São Paulo, segundo os termos acertados em 12 de fevereiro de 2026. O acordo estabelece empréstimo de uma temporada com cláusulas de compra obrigatória vinculadas ao número de jogos disputados pelo camisa 8.
Detalhes do empréstimo inicial
O Tricolor paulista pagará 500 mil euros (aproximadamente R$ 3 milhões) pelo empréstimo de um ano. O valor gera compensação imediata ao Bahia, que não utilizava o atleta nas últimas cinco partidas. Ainda assim, a maior fatia do negócio depende do desempenho de Cauly no Morumbi.
Metas que ativam a compra definitiva
Se o meio-campista alcançar 25 partidas oficiais pelo São Paulo, ativa-se a cláusula de compra obrigatória de 2 milhões de euros (cerca de R$ 12,3 milhões) por 50 % dos direitos econômicos. Caso o jogador some 40 jogos, o clube paulista deverá adquirir mais 25 % dos direitos por 600 mil euros (R$ 3,6 milhões).
Bônus de desempenho
Além das metas de jogos, o contrato prevê até 500 mil euros (R$ 3 milhões) em bônus atrelados a indicadores de performance ainda não divulgados. Com todas as metas cumpridas, o pacote totaliza 3,6 milhões de euros, montante que pode representar lucro superior a R$ 19 milhões em relação ao investimento inicial do Esquadrão.
Investimento anterior do Bahia
O clube baiano desembolsou cerca de R$ 12 milhões para contratar Cauly por três temporadas. Posteriormente, o vínculo foi estendido até 2028. Em Salvador, o meia disputou 174 partidas, com 23 gols e 24 assistências, números que o credenciaram a novo desafio em São Paulo.
Contexto financeiro e de mercado
Segundo análise do GE, o mercado brasileiro tem registrado aumento de operações com cláusulas escalonadas, prática que protege o clube vendedor e incentiva o desempenho do atleta no clube comprador. O modelo adotado por Bahia e São Paulo segue essa tendência.
Com a possibilidade de encaixar até R$ 22,6 milhões em caixa, o Bahia reforça a estratégia de negociar atletas valorizados para equilibrar as finanças e investir em contratações futuras.
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Crédito da imagem: EC Bahia
Fonte: EC Bahia
