Na convenção nacional do PT, Haddad confirmou apoio à chapa Lula-Alckmin e elogiou a trajetória do presidente. Disse que o governo recuperou indicadores econômicos e sociais e criticou a oposição.
No último domingo, 2, durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A convenção oficializou a chapa formada por Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para a disputa presidencial de 2026.
Em seu discurso, Haddad, que é candidato a governador de São Paulo, elogiou a trajetória política do presidente e atribuiu ao seu governo a recuperação de diversos indicadores econômicos e sociais. O ex-ministro também fez críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à oposição, ressaltando a importância da experiência política em tempos desafiadores.
“Hoje nós estamos aqui para celebrar a trajetória épica do maior líder político da nossa história, o presidente Lula”, afirmou Haddad, destacando que o petista “nunca traiu os seus princípios de vida” nem “o povo brasileiro”.
Ao justificar a necessidade de uma reeleição, Haddad abordou o atual cenário internacional, que, segundo ele, exige uma liderança experiente para conduzir o país. Em seu discurso, ele mencionou que o mundo enfrenta conflitos armados e o crescimento de movimentos conservadores em várias nações, o que torna essencial uma liderança capaz, como a de Lula.
“Num momento como esse de mar revolto, você precisa de um marujo confiável, experiente”, disse o ex-ministro, acrescentando que “não tem ninguém no mundo hoje que consiga fazer isso melhor do que o presidente Lula”.
Haddad também destacou que outros países veem Lula como um líder admirado, afirmando que “o presidente Lula é motivo de inveja no mundo. As pessoas gostariam de ter um Lula à sua disposição. Só que o Lula é brasileiro”.
Além de exaltar a figura de Lula, Haddad criticou a administração de Bolsonaro, apontando que o ex-presidente “desorganizou o país em todos os sentidos”, afetando áreas como saúde, educação, ciência e tecnologia. Essa crítica reflete a perspectiva do ex-ministro sobre a necessidade de continuidade e estabilidade na liderança do país.

