No dia 05 de julho de 2026, a Queen’s University, localizada em Belfast, na Irlanda do Norte, divulgou um estudo da sua Escola de Negócios que revisita as emissões de CO2 relatadas por organismos internacionais e sua relação com o suposto aquecimento global. O trabalho busca esclarecer a confiabilidade da crença de que as emissões de CO2 provocadas por humanos alteram a temperatura média do ar global e o clima do planeta, destacando as consequências sociais associadas a políticas baseadas em dados considerados incoerentes.
Surpreendentemente, a pesquisa não foi conduzida por meteorologistas ou climatologistas, mas por um especialista em contabilidade e riscos financeiros, o Ph.D. Bibek Bhatta. Ele analisou mais de 70 milhões de observações diárias de temperatura coletadas em mais de duas mil Estações Meteorológicas de Superfície (EMS) em 51 países, muitas das quais funcionaram por mais de um século. Os dados abrangem desde anos anteriores a 1900 até 2024, o que inclui o que é considerado o “ano mais quente de todos os tempos”.
Em seu perfil acadêmico, o Prof. Bhatta ressaltou que suas investigações desafiam as suposições tradicionais do discurso climático e financeiro, especialmente a ligação entre as emissões humanas de CO2 e o aquecimento global. Esta abordagem o credencia a questionar de maneira fundamentada as bases da atual política e ciência climática, posicionando-o como um cético bem preparado.
“Após mais de 40 anos de pesquisas climáticas, seus proponentes nunca provaram efetivamente sua hipótese”, destacou Bhatta.
Durante a análise, foram aplicados modelos estatísticos que isolam as tendências de temperatura das variações sazonais e das estações do ano. O estudo revelou que o surpreendente aumento de temperatura encontrado foi de apenas 0,0048°C por ano, totalizando 0,6°C em quase um século e meio. Esse resultado, considerando as áreas urbanas que se desenvolveram ao redor de importantes estações meteorológicas, foi obtido após a década de 1960, um período marcado por intensa urbanização.
Além da insignificância do aumento da temperatura média global, Bhatta também descartou as chamadas “tendências decadais” que são frequentemente utilizadas para justificar um aquecimento abrupto. O que foi revelado é que, se ajustado para décadas, esse aumento seria de 0,048°C por década, um valor que, em termos físicos, se aproximaria de zero grau Celsius. Isso sugere que as variações climáticas são muito mais significativas do que as estatísticas que consideram apenas diferenças entre temperaturas máximas e mínimas.
O estudo também destacou que os dados sobre emissões de CO2 foram levantados por organizações que têm interesses financeiros no mercado de Créditos de Carbono, levantando questões sobre a veracidade das informações. Bhatta observou que, nos últimos 20 anos, os números de emissões têm sido inflacionados, contabilizando valores que podem não existir. Além disso, ficou claro que não há correlação entre as emissões humanas e a temperatura média global, mesmo utilizando dados das estações meteorológicas mais antigas disponíveis.
O artigo menciona autores que, ao longo do tempo, formularam a hipótese de que o CO2 aqueceria o planeta, mas sem evidências concretas que comprovem essa teoria. A pesquisa do Prof. Bhatta abre um novo campo de discussão sobre as relações entre atividades humanas, emissões de gases e mudanças climáticas.
