Eliminação do Bahia na Libertadores é vista pelo CEO do Grupo City
Eliminação do Bahia na Libertadores é vista pelo CEO do Grupo City na Arena Fonte Nova, onde Ferran Soriano presenciou a queda tricolor diante do O’Higgins nos pênaltis, aumentando a pressão sobre dirigentes e comissão técnica.
Executivo espanhol acompanha revés decisivo em Salvador
O CEO do City Football Group, Ferran Soriano, assistiu a cada lance do confronto contra o O’Higgins, em 25 de fevereiro, ao lado do diretor de futebol Cadu Santoro e do CEO da Bahia SAF, Raul Aguirre. A presença da cúpula confirma a relevância que o conglomerado de Manchester atribui ao clube baiano dentro de sua rede multiclubes.
Para o Tricolor, a partida valia a continuidade no principal torneio continental e fazia parte do planejamento esportivo e financeiro para 2026. A derrota, consumada após triunfo por 2 a 1 no tempo normal e queda nos pênaltis, gera prejuízos imediatos: perde-se a cota de premiação da Conmebol e adia-se o objetivo de projeção internacional.
Histórico de visitas reforça cobrança interna
Não foi a primeira vez que Soriano desembarcou em Salvador para compromissos oficiais. Ele participou da assinatura final de compra da SAF tricolor, do lançamento do projeto do novo centro de treinamento e de reuniões do próprio Grupo City na capital baiana. Dessa vez, porém, o dirigente deixou o estádio diante de um cenário de frustração coletiva.
Erros de finalização e falhas defensivas, expostos diante de mais de 40 mil torcedores, resultaram em nova eliminação em mata-mata e colocam em xeque o trabalho conduzido pelo técnico atual e pelos gestores do futebol. Segundo análise do portal ge.globo.com, o Bahia tinha a terceira maior folha salarial entre os brasileiros que disputaram a fase prévia da Libertadores, o que amplia a cobrança.
Foco muda para Baianão, Brasileirão e Copa do Brasil
Com a saída precoce da competição sul-americana, a equipe direciona atenções para a semifinal do Campeonato Baiano, marcada para o sábado seguinte (28 de fevereiro) contra a Juazeirense, e para a estreia no Brasileirão, além da fase inicial da Copa do Brasil. Internamente, a diretoria avalia reforços pontuais e eventuais mudanças na comissão a fim de evitar novos tropeços.
Apesar do revés, o clube segue contando com o suporte financeiro e estrutural do City Football Group, que planeja a conclusão do novo centro de treinamento no segundo semestre e projeta investimentos em captação de atletas jovens.
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Crédito da imagem: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Fonte: ecbahia.com
