Chuvas na Paraíba: governo libera R$ 6,18 mi para reconstrução
Chuvas na Paraíba: governo libera R$ 6,18 mi para reconstrução é o montante autorizado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para reparar os estragos provocados pelas tempestades que atingiram o estado no início de maio de 2026.
Detalhes do repasse federal
A portaria publicada no Diário Oficial da União estabelece que os R$ 6,18 milhões serão transferidos em parcela única, utilizando mecanismo legal previsto no Orçamento Federal destinado a ações de proteção e recuperação de infraestrutura danificada. O prazo para execução das obras e serviços é de 180 dias, contado a partir do recebimento dos recursos.
Segundo o MIDR, o aporte financeiro deve ser aplicado exclusivamente nas intervenções descritas no processo registrado no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD) e previamente aprovado pelo governo federal. Ao término dos trabalhos, o estado terá até 30 dias para prestar contas, seguindo a legislação em vigor.
Impacto das tempestades no estado
As chuvas intensas resultaram em óbitos, forçaram o decreto de estado de calamidade pública e afetaram cerca de 16 mil moradores em vários municípios paraibanos. Bayeux, Rio Tinto, Mamanguape, Sapé, Ingá, João Pessoa e Cabedelo concentram os maiores danos, incluindo interrupções no abastecimento de água na Grande João Pessoa.
Para atender às ocorrências, o Corpo de Bombeiros mobilizou 746 militares, além de viaturas terrestres, embarcações e aeronaves, resgatando mais de 300 pessoas em áreas alagadas.
Próximos passos e fiscalização
Com o estado de calamidade pública em vigor, o governo paraibano deve priorizar intervenções em pontes, vias urbanas e sistemas de drenagem afetados. A fiscalização será conduzida por equipes estaduais e federais, que acompanharão o andamento das obras e a correta aplicação dos recursos, iniciativa considerada essencial pelo MIDR para garantir transparência e efetividade no uso do dinheiro público.
Especialistas em gestão de desastres ponderam que o orçamento emergencial cobre as demandas imediatas, mas ressaltam a necessidade de investimentos estruturais de longo prazo para reduzir a vulnerabilidade da população a novos eventos climáticos extremos.
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Crédito da imagem: MIDR
Fonte: Agência Brasil
