A campanha de Lula foi reformulada após o primeiro turno, com Camilo Santana na coordenação ao lado de Edinho Silva. Funções foram descentralizadas e delegadas a lideranças locais; Fernando Haddad figura entre os indicados.
A campanha de Lula passou por uma reformulação depois do primeiro turno, com mudanças na estrutura nacional e distribuição de tarefas entre lideranças do partido. A reorganização teve como ponto central a nomeação de Camilo Santana para a coordenação-geral da campanha, que passou a atuar ao lado de Edinho Silva, presidente nacional do PT, figura que já exercia função central na candidatura.
No desenrolar dessa nova fase, a campanha também descentralizou responsabilidades e delegou funções específicas a quadros experientes em cada estado. Entre esses nomes, Fernando Haddad foi indicado para assumir missões pontuais de articulação e de organização de agendas em colégios eleitorais considerados prioritários, com foco em ampliar a coordenação local e fortalecer a presença da campanha em regiões estratégicas.
A mudança na estrutura nacional ocorreu ao mesmo tempo em que as equipes estaduais ganharam maior autonomia para ajustar propostas e compromissos de acordo com as realidades regionais. Camilo Santana, ao assumir a coordenação-geral, passou a integrar a articulação direta com a direção do partido, enquanto Edinho Silva manteve papel central na estratégia geral da candidatura. Haddad, por sua vez, passou a atuar concentrado em tarefas de campo, com atribuições voltadas para identificação de prioridades eleitorais e mobilização de eleitores em pontos-chave.
Fontes próximas à campanha indicaram que a reformulação buscou acelerar a resposta a cenários locais e aprimorar o desenho da agenda para o segundo turno. A reorganização incluiu a redistribuição de responsabilidades que antes eram mais centralizadas, com o objetivo de permitir decisões mais ágeis e um melhor alinhamento entre as frentes nacional e estaduais.
Em linhas gerais, a nova configuração colocou Camilo Santana na coordenação-geral, com atuação conjunta a Edinho Silva, e direcionou lideranças como Fernando Haddad para missões específicas em colégios eleitorais prioritários. A estratégia foi desenhada para intensificar a presença da campanha em áreas onde a disputa será mais acirrada e para otimizar a execução das agendas públicas.
Com a estrutura reformulada, a campanha passou a priorizar a articulação regional e a redistribuição de tarefas entre os principais nomes ligados à candidatura, buscando assim ampliar a eficiência operacional durante o segundo turno.
