Em entrevista à Esquire, Pitt relatou um breve período em que não enxergava saída diante da dor causada por conflitos familiares. Apesar de se considerar otimista, admitiu que a angústia foi opressiva.
Brad Pitt comentou sobre os momentos difíceis que enfrentou em decorrência de problemas familiares. Durante uma entrevista à revista Esquire, o ator mencionou ter tido pensamentos suicidas relacionados a questões envolvendo seu núcleo familiar. Ele se descreveu como um otimista, mas reconheceu que, em um breve período, a dor foi tão opressiva que ele não conseguia ver uma saída.
“Enfim, nunca tive pensamentos suicidas, exceto por um breve período. E nesse breve período, eu simplesmente não conseguia ver uma saída. A dor era tão opressiva que eu não ia fazer nada a respeito, mas eu sentia o aço frio da bala na minha cabeça, e era como um alívio”, afirmou.
Pitt também refletiu sobre a sua visão de vida, dizendo que, embora seu otimismo o tenha ajudado muitas vezes, também o levou a situações complicadas. Ele utilizou uma analogia para expressar seu ponto de vista: “Ou, como meu amigo sempre engraçado, o diretor David Fincher, diria: É, você vê o copo meio cheio, mas ele está meio cheio de urina”.
A separação de Angelina Jolie, com quem esteve por uma década e com quem tem seis filhos, tem sido marcada por conflitos públicos. Desde o término em 2016, Pitt e Jolie enfrentaram uma longa batalha judicial que inclui diversas disputas, como acusações de violência doméstica e questões relacionadas à guarda dos filhos. Recentemente, foi relatado que os filhos do casal chegaram a remover o sobrenome Pitt.
Sobre as dificuldades que enfrentou, Pitt mencionou de forma sucinta: “Assuntos de família. Podemos deixar por isso mesmo”. Ele ainda ressaltou que, apesar de sua fama e sucesso, a vida não é fácil: “É. Tipo, escuta: essa merda não é fácil. E você está falando com um cara que ganhou na loteria”.
Esses temas levantam questões importantes sobre saúde mental e a necessidade de buscar ajuda em momentos de crise. Para quem estiver passando por sofrimento psíquico ou conhecendo alguém nessa situação, existem recursos disponíveis. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional 24 horas por dia, podendo ser contatado pelo telefone 188, além de e-mail e chat online. Outra alternativa é o Canal Pode Falar, uma iniciativa do Unicef voltada para jovens de 13 a 24 anos, que pode ser acessada pelo WhatsApp de segunda a sexta-feira. Além disso, os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do SUS oferecem suporte a pacientes com transtornos mentais, incluindo unidades específicas para crianças e adolescentes.
