Bahia lidera top-3 de posse de bola na Série A 2025 Bahia posse de bola alcançou média de 55,2% no Campeonato Brasileiro de 2025, resultado que colocou o clube na terceira posição do ranking geral divulgado pela plataforma de estatísticas SofaScore, atrás apenas de Flamengo (62,1%) e Corinthians (55,7%).
Bahia lidera top-3 de posse de bola na Série A 2025
A marca obtida ao longo das 38 rodadas confirma a filosofia implantada pelo técnico Rogério Ceni desde 2024, baseada no controle territorial, construção desde a defesa e superioridade numérica no meio-campo formado por Caio Alexandre, Jean Lucas e Everton Ribeiro, com as infiltrações de Luciano Juba.
De acordo com o relatório do SofaScore, apenas Flamengo, Corinthians e Bahia ultrapassaram a barreira dos 55% de posse de bola por partida em 2025, o que reforça a consistência do modelo escolhido pelo Esquadrão.
Ranking completo de posse de bola em 2025
Veja as dez primeiras colocações:
1) Flamengo – 62,1%
2) Corinthians – 55,7%
3) Bahia – 55,2%
4) Vasco da Gama – 54,6%
5) Atlético Mineiro – 54,2%
6) Fluminense – 53,0%
7) Palmeiras – 52,3%
8) São Paulo – 52,0%
9) Botafogo – 51,7%
10) Internacional – 51,2%
Na outra ponta, Ceará (41,9%) e Vitória (41,3%) registraram os piores números. Entre as seis menores médias, quatro equipes terminaram rebaixadas, evidenciando a correlação entre posse de bola e desempenho competitivo.
Impacto tático e eficiência ofensiva
Embora a estatística não garanta vitórias, o Bahia mostrou evolução ofensiva: foi o quinto time que mais finalizou (13,9 chutes por jogo), mas terminou apenas com o oitavo ataque mais produtivo (50 gols). Partidas como a derrota para o Fortaleza, mesmo com 71% de posse, ilustram que a conversão das chances permanece como ponto de atenção para 2026.
Para Ceni, o alinhamento com a metodologia do Grupo City, que prioriza circulação de bola e ocupação de espaços, deve acelerar a consolidação do estilo. A expectativa interna é manter a média acima dos 55% nas próximas temporadas, independentemente de mudanças de comissão técnica.
No aspecto defensivo, a posse elevada ajudou a reduzir a pressão adversária na Arena Fonte Nova, onde o time somou a maioria dos pontos. Ainda assim, erros individuais custaram resultados, como no empate com o Sport: 27 finalizações, 62% de posse e apenas dois gols.
O desempenho global reforça que, embora a posse não seja sinônimo de vitórias, ela amplia o controle da partida e cria mais oportunidades, algo que o Bahia pretende refinar com ajustes na definição e na recomposição defensiva.
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Crédito da imagem: EC Bahia
Fonte: EC Bahia
