Bahia perde para O’Higgins e finaliza apenas uma vez no gol no Chile, resultado que expôs a falta de criatividade tricolor na partida disputada em 19 de fevereiro de 2026, no estádio El Teniente, em Rancagua.
Gol cedo complica a estratégia baiana
Logo aos três minutos, o meia do O’Higgins acertou um chute de fora da área e abriu o placar. A vantagem prematura permitiu aos chilenos recuar, bloqueando os espaços que o técnico Rogério Ceni pretendia explorar. Mesmo teoricamente superior, o Bahia não conseguiu reagir com eficiência ao bloqueio adversário.
Posse de bola não se traduz em perigo
O Esquadrão terminou a segunda etapa com 76% de posse, mas esse domínio territorial pouco significou. A única defesa do goleiro Omar Carabalí ocorreu aos 72 minutos, em finalização de Everaldo que não levou real perigo. O dado sublinha a dificuldade baiana para transformar circulação de bola em jogadas agudas.
Números expõem a baixa produção ofensiva
De acordo com estatísticas divulgadas pela Conmebol, o time nordestino somou apenas nove finalizações totais, sendo:
- 1 chute na direção do gol;
- 2 tentativas para fora;
- 6 bloqueadas pela zaga adversária.
Houve ainda uma grande chance desperdiçada por Jean Lucas, artilheiro tricolor na Libertadores de 2025, que isolou a bola após cruzamento vindo da esquerda.
Ceni lamenta atuação “desastrosa”
Em declaração pós-jogo, Rogério Ceni classificou a performance como “desastrosa”, atribuindo o revés a erros de posicionamento e tomada de decisão. O treinador afirmou que buscará ajustes imediatos para recuperar a eficiência ofensiva nas próximas rodadas do torneio continental.
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Crédito da imagem: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Fonte: Rafael Rodrigues / EC Bahia
