Bahia gols sofridos: defesa falha em 75% das partidas de 2026 abre um alerta no Esquadrão antes do confronto decisivo contra o Remo pela Copa do Brasil, marcado para a quarta-feira, 13 de maio, no Mangueirão.
Bahia gols sofridos: defesa falha em 75% das partidas de 2026
Em 2026, o Bahia entrou em campo 28 vezes e saiu vazado em 21 delas, índice que corresponde a 75% dos compromissos oficiais da temporada. O total de 35 gols sofridos estabelece média de 1,25 por partida, número considerado alto pela comissão técnica dirigida por Rogério Ceni.
O momento recente intensifica a preocupação. Nas últimas sete apresentações, o Tricolor sempre foi superado ao menos uma vez, sequência que coincide com cinco duelos sem vitória. Apenas nos cinco jogos mais recentes, a média saltou para 2,2 gols contra, evidenciando queda de rendimento coletivo na recomposição defensiva.
Do outro lado do campo, o ataque mantém desempenho oposto: marcou em 93% dos duelos de 2026. A necessidade de equilíbrio é condição para que o time reverta a desvantagem imposta pelo Remo, que venceu por 3 a 1 na Arena Fonte Nova no primeiro encontro do mata-mata.
Para avançar diretamente à fase seguinte, o Bahia precisa triunfar por três gols de diferença. Caso vença por margem de dois, a classificação será decidida nos pênaltis. Se sofrer qualquer gol em Belém, o desafio cresce: serão necessários pelo menos quatro tentos para evitar a eliminação no tempo regulamentar ou três para levar a disputa às penalidades.
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Em entrevistas recentes, Ceni ressaltou que “a confiança caiu junto com a sequência de erros acima da média”. O treinador aposta em ajustes de posicionamento e maior compactação do meio-campo para reduzir espaços ao adversário. Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o Bahia é o quinto time da Série A com pior aproveitamento defensivo na temporada, considerando todas as competições.
Além da questão tática, o elenco vive pressão psicológica típica de mata-mata. Jogadores como o zagueiro Kanu admitem que a estatística pesa: “Sabemos que gol sofrido complica nosso planejamento”. A confiança da torcida também balança, mas a promessa é de estádio cheio em Belém.
No departamento médico, o zagueiro Rezende segue em tratamento e não deve atuar. Assim, Marcos Victor e Canu devem ser os titulares. Já o volante Caio Alexandre retorna de suspensão e pode reforçar a proteção à defesa.
Com números que ligam o sinal de alerta, o Bahia entra em campo ciente de que a classificação depende de atuação quase perfeita atrás e eficiente na frente.
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Crédito da imagem: EC Bahia
Fonte: EC Bahia
