Ba-Vi: volante do Vitória prevê “guerra” em clássico O clássico Ba-Vi ganha contornos de decisão após o meio-campista Gabriel Baralhas afirmar que o duelo contra o Bahia, marcado para 25 de janeiro, será encarado como “guerra” pelo elenco rubro-negro.
Discurso de final reforça mobilização no Barradão
Em entrevista concedida recentemente, Baralhas ecoou as palavras do treinador Jair Ventura, que já havia classificado o encontro como “final de Copa do Mundo”. O volante ressaltou que a preparação psicológica do Vitória precisará ser ainda mais intensa para conter o Esquadrão de Aço, dono de 100% de aproveitamento nas quatro primeiras rodadas do Campeonato Baiano.
“Clássico é diferente, exige concentração extra. Temos de entrar como se fosse uma final”, declarou o atleta, destacando que o placar elástico construído pelo Bahia na rodada anterior não terá peso quando a bola rolar no Barradão.
Ambiente de pressão para neutralizar ataque tricolor
O foco do elenco rubro-negro é transformar o estádio em um reduto de pressão. Baralhas acredita que o apoio da torcida será crucial para equilibrar as ações diante do time comandado por Rogério Ceni. “Não adianta golear numa quarta-feira e perder no domingo; precisamos manter o mesmo nível de entrega”, alertou o jogador.
Do lado tricolor, o elenco realiza ajustes táticos no CT Evaristo de Macedo, buscando sustentar a invencibilidade e ampliar para 15 pontos a campanha perfeita no Estadual. Segundo levantamento do ge.globo.com, o Bahia tem o melhor ataque da competição, com média superior a três gols por partida.
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Expectativa elevada para o primeiro Ba-Vi de 2026
Além da rivalidade histórica, o clássico de janeiro carrega impacto direto na tabela. Um triunfo rubro-negro pode embolar a disputa pela liderança, enquanto uma vitória tricolor abriria vantagem confortável na ponta.
No Vitória, Baralhas reitera o compromisso de levar o confronto “no limite”, enfatizando que o grupo precisa redobrar atenção em bolas paradas e transições rápidas — pontos fortes do adversário nesta temporada.
Já no Bahia, a palavra é “consistência”. A comissão técnica pede manutenção da postura ofensiva, mas alerta para a provável intensidade física imposta pelo rival.
Com promessa de casa cheia, o primeiro Ba-Vi de 2026 deverá colocar à prova não apenas a qualidade técnica, mas também o controle emocional de ambos os elencos.
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Crédito da imagem: Jhony Pinho
Fonte: ecbahia.com
