Trump ataca Venezuela e anuncia captura de Maduro Em comunicado divulgado nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que forças norte-americanas realizaram, em 3 de janeiro de 2026, um ataque em larga escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, que teriam sido retirados do país.
Trump ataca Venezuela e anuncia captura de Maduro
Detalhes da operação divulgados por Trump
Trump descreveu a ação como “conjunta com as forças policiais dos EUA”, sem mencionar a participação de tropas venezuelanas ou de aliados regionais. O mandatário antecipou que fornecerá mais esclarecimentos em uma coletiva de imprensa marcada para as 11h, em Mar-a-Lago, residência oficial na Flórida.
Repercussão imediata em Washington e Caracas
No primeiro pronunciamento, não foram apresentados registros visuais ou documentos que confirmem a prisão de Maduro. Especialistas do Departamento de Estado norte-americano evitam comentar detalhes antes da coletiva, mas fontes diplomáticas indicam que o episódio pode desencadear reações de aliados de Caracas, como Rússia e Cuba.
Contexto do conflito Estados Unidos–Venezuela
Desde 2019, Washington ampliou sanções econômicas contra a Venezuela, alegando violações de direitos humanos e fraude eleitoral. A ofensiva anunciada por Trump representa a escalada mais drástica desse impasse, elevando a tensão hemisférica e gerando expectativas acerca de possíveis retaliações em fóruns multilaterais.
Coletiva em Mar-a-Lago
Segundo o presidente norte-americano, a conferência prevista para este sábado servirá para detalhar as circunstâncias da operação, a situação de Maduro sob custódia e os próximos passos da política externa dos EUA na região.
Próximos passos e incertezas
Questões como quem assumirá o governo interino em Caracas, a reação das Forças Armadas Venezuelanas e a posição de organismos como a Organização dos Estados Americanos (OEA) permanecem sem resposta. Analistas lembram que qualquer transição exigirá respaldo internacional para evitar um vácuo de poder.
O desfecho desta ofensiva ainda dependerá das informações que serão apresentadas na entrevista coletiva. Enquanto isso, governos latino-americanos monitoram a situação e ponderam eventuais impactos humanitários.
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Crédito da imagem: EBC
Fonte: EBC
